SE É A MERA CURIOSIDADE QUE AQUI TE CONDUZ, DESISTE E VOLTA; SE PERSISTIRES EM CONHECER O MISTÉRIO DA EXISTÊNCIA, FAZ O TEU TESTAMENTO E DESPEDE-TE DO MUNDO DOS VIVOS.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Os Doze Dias Sagrados

Os Doze Dias Santos

Corinne Heline


Do Livro "O Mistério de Cristo", que culmina a série de 7 volumes sobre Interpretação da Bíblia para a Nova Era, escrito por Corinne Heline e que tem a seguinte dedicatória:

"A Meu Reverendo Instrutor e Amado Amigo MAX HEINDEL
quem me apoiou para que empreendera este trabalho
e cuja assistência e inspiração há sido incalculável"

PRELÚDIO

Se crê comumente que o 25 de dezembro, celebrado como Natal, nos aproxima ao festival espiritual da estação do Solstício de Inverno. Isto não é totalmente certo, pois é só o começo da entrada em um período de profundo significado. Este período de doze dias que vai desde o Natal até a Décima Segunda Noite é o coração do ano que entra. Esses doze dias tem sido chamado muito adequadamente, o Santo dos Santos do ano. Este trabalho está dedicado ao estudante sério dos Mistérios Cristãos, com o fim de ajudar-lhes a obter uma melhor sintonia com as doze forças zodiacais liberadas sobre o planeta nesta temporada.

Cada um dos doze Dias Santos está sob a direta supervisão de uma das doze Hierarquias zodiacais, que projeta sobre o planeta o modelo cósmico do mundo como será uma vez que o trabalho combinado das Hierarquias haja culminado. Também se correlacionam os doze Discípulos com estes doze Dias Santos e igualmente com os doze centros espirituais por meio dos quais operam as doze forças no templo-corpo do homem. Cada estudante sincero, portanto, fará uso deste sagrado período visualizando o trabalho das Hierarquias, meditando sobre a vida e obra dos Discípulos, e dirigindo as radiações espirituais das Hierarquias em direção aos centros do corpo com os que se relacionam. Se é sincero e persiste um ano após outro neste elevado esforço, não deixará de obter a recompensa quanto a um grande desenvolvimento espiritual.
Desde o momento do Solstício de Inverno em que a luz de Cristo entra no coração da Terra, o planeta está impregnado pelas poderosas radiações solsticiais que continuam, ainda que algo diminuídas, durante os doze Dias Santos. Muitas e maravilhosas atividades têm lugar nesta época nos planos sutis. A primitiva Igreja cristã concluía seu ministério esotérico na mística Décima Segunda Noite com o Rito do Batismo, uma de suas mais elevadas Iniciações. Os neófitos modernos que tem obtido a iluminação sabem que é possível entrar em comunhão com os Seres divinos e com o Senhor da Luz. Uma experiência assim foi a que inspirou o Evangelho de João, com freqüência chamado o "Evangelho do Amor.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Pitágoras e Buda, os professores de Jesus

Parece que um pessoal ainda está confuso sobre a comparação entre Yeshua real e o filme Zeitgeist, que diz que o Jesus-Apolo inventado pela Igreja Católica não existe. Afinal, ele existiu ou não?


A resposta é SIM, existiu um Avatar (ou Buda) nascido judeu, que realizou diversos milagres, pregava as mesmas filosofias que Sidartha, foi crucificado pelos romanos, sobreviveu à crucificação, auxiliou a Revolta dos Judeus e finalmente encontrou seu descanso final na Caxemira.
Mais de trezentos anos depois, o Concílio de Nicéia estabeleceu um Personagem baseado neste Avatar, mas que fosse palatável aos romanos, mesclando informações sobre Yeshua com festividades pagãs, comemorações astrológicas e deuses greco-romanos solares.
Lembra-se da imagem de Deus que vocês tinham quando eram crianças? O velhinho barbudo sentado nas nuvens? Pois é… esse ai é ZEUS e o céu de nuvenzinhas e anjos tocando harpas nada mais é do que o OLIMPO. E o Inferno é uma versão modificada do HADES… 



Porque os Judeus não consideram Jesus um Filho de Deus? Porque eles sabiam que Jesus era apenas um homem como você ou eu. Os chamados textos Maimonidas (do rabino Moshe ben Maimon) deixa claro que Jesus estava errado ao criar o Cristianismo (assim como Muhammad estava errado ao criar o Islamismo) e que não haveria nenhum outro profeta após Malachias. Por exemplo, oTalmud chama Jesus de Yeshu e coloca claramente que ele era considerado “um baderneiro, usava magia negra e sobreviveu à crucificação, sendo a “ressurreição” um truque para conseguir a adoração do povo”. Estranhamente, o Alcorão também diz que Jesus sobreviveu à crucificação e fugiu para a Caxemira (especialmente entre os muçulmanos da tradição Ahmadiyya).

Yod-He-Shin-Vav-He e Maria Madalena

Continuaremos nesta semana a pequena série de matérias sobre Yeshua Ben Yossef, o Jesus, o Cristo, histórico. Como vimos na coluna anterior, Yeshua nunca foi o pobrezinho coitadinho nascido de uma virgem e de um carpinteiro que a Igreja Católica fez as pessoas acreditarem durante a Idade Média, nem nasceu em uma manjedoura porque não havia vagas nos hotéis de Belém por causa do recenseamento e muito menos três reis perdidos no deserto entregavam presentes para qualquer moleque nascido em estábulos que encontrassem pela frente.
Paramos a narrativa quando Yeshua é levado por seus pais para ser educado no Egito; mais precisamente nas Pirâmides do Cairo, e lá permanece estudando. A Bíblia nos dá um hiato de quase 30 anos…
O que aconteceu neste período?


Antes de continuarmos, precisamos explicar algumas coisas que os leitores estavam confundindo:
A primeira é “Se Yeshua é tão fodão quanto os ocultistas falam, porque ele não soltou bolas de fogo pelos olhos e raios elétricos pelo traseiro e matou todos os romanos?”


Natal, Jesus e o Cristo

Antes de começar a explicar sobre o nascimento dos “Filhos dos deuses”, luzes do mundo, salvadores da humanidade, nesta data, precisamos explicar uma coisa: O chamado Calendário Gregoriano (que contém os meses como os conhecemos) foi promulgado pelo papa Gregório XII em 1582, portanto, nem Jesus nem nenhum dos outros deuses nasceu dia 25 de Dezembro, porque o nome “Dezembro” simplesmente não existia!

O que existe nesta data (25/12) é o chamado Solstício de Inverno. É o ponto máximo do Inverno, onde a noite atinge sua máxima duração e a partir do qual os dias serão gradativamente mais longos, culminando com o Equinócio de Primavera, onde os dias e as noites terão a mesma duração e a partir do qual os dias serão mais longos que as noites. E o simbolismo para esta data (Chamada de Yule ou Noite das Lanternas ou Saturnália ou Solis Invictus) é o nascimento da “criança da luz”, do ventre da Deusa, que irá trazer a esperança.



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