SE É A MERA CURIOSIDADE QUE AQUI TE CONDUZ, DESISTE E VOLTA; SE PERSISTIRES EM CONHECER O MISTÉRIO DA EXISTÊNCIA, FAZ O TEU TESTAMENTO E DESPEDE-TE DO MUNDO DOS VIVOS.
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Mestre Da Vinci - Parte II


A Santa Ceia

Vou deixar só um video mesmo com pouco conteúdo.
Na santa ceia existe muitos símbolos descobertos, além dos famosos citados na Obra do escritor Dan Brown.


Lembrando sempre que Leonardo adorava escrever da direita para a esquerda e colocar imagens e textos em seus diários que só podiam ser interpretadas usando um espelho, portanto não é de se estranhar que ele tenha trazido algumas destas brincadeiras para suas telas.
Faça da seguinte maneira
1 – copie e cole a imagem da Santa Ceia (que providencio aqui) em outra Layer
2 – Inverta a imagem (flip horizontal)
3 – sobreponha a layer sobre a imagem original utilizando a ferramenta “hard light” com 50% de transparência.
O resultado será o seguinte, entre outras curiosidades:
São Filipe aparece carregando um bebê em seus braços. As lendas templárias dizem que, após Jesus ter sido retirado vivo da cruz, seus apóstolos precisaram levar Maria Madalena e seu filho em segurança para o Egito e São Filipe foi um dos que a acompanhou nesta viagem.
São Simão, o Zelote, aparece vestido como um Cavaleiro Templário, com capa e túnica. São Simão, como Zelote, foi um dos que auxiliou na revolta dos Judeus contra os romanos, anos após a retirada de Jesus e sua família em segurança de Jerusalém. Uma grande homenagem de Leonardo!
Jesus, refletido, aparece mostrando o famoso “Sagrado Coração de Jesus”, alegoria muito conhecida dentro das Ordens Rosacruzes, da qual Leonardo também fazia parte, representando o Santo Graal. Discretamente, uma taça azul também pode ser vista logo abaixo do coração de Jesus. Compare com a imagem tradicionalmente conhecida no catolicismo e tire suas próprias conclusões.
“E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus. E quando já era dia, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze deles a quem também deu o nome de apóstolos: Simão, ao qual também chamou Pedro, e André seu irmão; Tiago (menor) e João, Filipe e Bartolomeu; e Mateus e Tomé, Tiago (maior) filho de Alfeu e Simão chamado o Zelador e Judas (Tadeu) filho de Tiago e Judas Iscariotes, que foi o traidor”. LC:6 12-16
Para compreender melhor, colocamos aqui uma reprodução da imagem.
Os apóstolos devem ser observados da direita para a esquerda.
Quem está na cabeceira da mesa é São Simão, que corresponde ao signo de Áries (Signo de fogo e de ação). Simão indica com as mãos a direção a tomar. Áries rege a cabeça na anatomia astrológica, e a testa de Simão é bem realçada na pintura. Sua prontidão ariana também é mostrada pelas mãos desembaraçadas, para agirem conforme a vontade e coragem dos arianos.
Ao seu lado direito, Judas Tadeu, representando Touro. Seu semblante é sereno enquanto escuta Simão (Áries) e vai digerindo lentamente suas impressões, suas mãos na postura de quem recebe algo, caracterizando a possessividade de Touro (que é terra/receptivo, o signo que acumula). No corpo humano, Touro rege o pescoço e a garganta, e o de Judas Tadeu está bem destacado.
Mateus vem em seguida, correspondendo à Gêmeos, signo duplo que rege a interação com as pessoas e a habilidade de colher informações. Mateus tem as mãos dispostas para um lado e o rosto para o outro, revelando o hábito geminiano de falar e ouvir à todos ao mesmo tempo. Mateus era escriba e historiador da vida de Jesus (escreveu um dos 4 livros aceitos como verdadeiros pela Igreja Católica) e Gêmeos rege a casa III, setor de comunicação e conhecimento.
Logo após está São Filipe, representando Câncer. Suas mãos em direção ao peito mostram a tendência canceriana para acolher, proteger e cuidar das coisas. Regido pela Lua, Câncer trabalha com o sentir. Filipe está inclinado, retratado como se estivesse se oferecendo para realizar alguma tarefa.
Ao seu lado está Tiago Menor, o Leonino, de braços abertos, revelando nesse gesto largo o poder de irradiar amor (Leão rege o coração e o chacra cardíaco), ele se impõe nesse gesto confiante, centralizando atenções.
Atrás dele, quase que escondido, está São Tomé, o Virginiano, o famoso “ver para crer”, que, apesar de modesto, não deixa de expressar o lado crítico e inquisitivo de Virgem – com o dedo em riste ele contesta diante de Cristo.
Libra é simbolizado por Maria Madalena, esposa de Jesus. Com as mãos entrelaçadas, ela pondera e considera todas as opiniões antes de tomar posições – Libra rege a casa VII, é o setor do casamento e parcerias, deixado também como mais uma evidência de que os templários possuíam conhecimento sobre o casamento de Jesus e seus descendentes.
Ao seu lado, está Judas Iscariotes, guarda-costas de Jesus, representando Escorpião. Com uma das mãos ele segura um saco de dinheiro (Escorpião rege a casa VIII, que trata dos bens e valores dos outros) e com a outra mão ele bate na mesa, protestando.
Em seguida, Pedro, o Pescador de Almas, representando o alegre Sagitário. Foi ele quem fez o dogma e instituiu a lei da Igreja – Sagitário rege a casa IX, setor das leis, religiões e filosofia. Seu dedo aponta para Jesus – a meta de Sagitário é espiritual. Ele se coloca entre Maria e Judas, trazendo esclarecimentos (luz) à discussão (Sagitário é o “alto-astral” do zodíaco).
Ao seu lado está Santo André, Capricórnio. O signo mais responsável do zodíaco, que com seu gesto restritivo, impõe limites. Seu rosto magro e ossos salientes revelam o biotipo capricorniano. Seus cabelos e barbas brancas e seu semblante sério mostram a relação de Capricórnio com o tempo e a sabedoria.
Ao lado, Tiago Maior, Aquariano, que debruça uma de suas mãos sobre seus ombros, num gesto amigável, enquanto a outra se estende aos demais. Ele visualiza o conjunto, percebendo ali o trabalho em grupo liderado por Jesus. Aquário rege a casa XI, que é o setor dos grupos, amigos e esperanças.
Finalmente, sentado à esquerda, temos São Bartolomeu, o viajante, representando Peixes. Seus pés estão em destaque (que são regidos por Peixes na anatomia astrológica). Ele parece absorvido pelo que acontece à mesa e, com as mãos apoiadas, quase debruçado, revela devoção envolvido pelo clima desse encontro.
Como já disse anteriormente, os iniciados possuem diversas maneiras de passar mensagens uns para os outros bem debaixo das barbas dos profanos. Como disse o Mestre, “quem tiver ouvidos que ouça”.

Vocês verão muitos no video abaixo.



testo do Fr. Del debbio do blog: Sedentario & hiperativo/Teoria da Conspiração

O Mestre DaVinci


A beleza na Arte.
Falar sobre o Mestre Leonardo da Vince é sempre bem prazeroso e complicado, devido sua gama de trabalhos fabulosos, formidáveis, ímpar e absoluto e ao mesmo tempo, enigmatico, secreto, discreto, velado, de N sentidos e com várias chaves para os iniciados permanecerem ligados a Senda mística.

Leonardo di ser Piero da Vinci é considerado um dos maiores gênios da história da Humanidade, além de Grão Mestre de muitas ordens secretas templárias e rosacruzes, incluindo o famoso Priorado do Sião. Não tinha propriamente um sobrenome, sendo “di ser Piero” uma relação ao seu pai, “Messer Piero” (algo como Sr. Pedro), e “da Vinci”, uma relação ao lugar de origem de sua família, significando “vindo de Vinci”. Leonardo da Vinci é considerado por vários o maior gênio da história, devido à sua multiplicidade de talentos para ciências e artes, sua engenhosidade e criatividade, além de suas obras polêmicas. Num estudo realizado por Catherine Cox, em 1926, seu QI foi estimado em cerca de 180.
Em 1502, ele ficou a serviço de César Bórgia (também chamado de Duque de Valentino e filho do Papa Alexandre VI) como arquiteto militar e engenheiro, nesse mesmo ano ambos viajaram pelo norte da Itália, é nessa viagem que Leonardo conhece Nicolau Maquiavel; no final do mesmo ano retorna novamente a Florença, onde recebe a encomenda de um retrato: a Mona Lisa.
Em 1506, voltou a Milão, então nas mãos de Maximiliano Sforza depois de mercenários suíços expulsarem os franceses.
Entre 1502 a 1506, César Bórgia 
(que, a título de curiosidade, serviu como modelo de inspiração para Maquiavel ter escrito “o Príncipe”) estava planejando tomar o sudário das mãos da família Sabóia e esta informação chegou a Leonardo. O Sudário de Jacques deMolay foi entregue ao Grão Mestre templário, que trabalhou cerca de seis meses nele, para que fizesse uma fraude capaz de enganar os Bórgia. (texto retirado da coluna Teoria da conspiração - Blog Sedentario & hiperativo)


Então, com isso tudo resolvi colocar algo aqui para trazer uma nova perspectiva para todos. O Homem Vitruviano é uma das obras mais vistas do Mestre Leonardo. Descrição sobre a Obra:


Homem Vitruviano - é um desenho famoso que acompanhava as notas que Leonardo da Vinci fez ao redor do ano 1490 num dos seus diários. Descreve uma figura masculina desnuda separadamente e simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado. A cabeça é calculada como sendo um oitavo da altura total. Às vezes, o desenho e o texto são chamados de Cânone das Proporções.
O desenho actualmente faz parte da colecção/coleção da Gallerie dell'Accademia (Galeria da Academia) em VenezaItália.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A MAÇONARIA & A ARTE

Gostaria de fazer uma nota: Em breve estarei colocando aqui material relacionado a este post. Um estudo raso sobre obras, pinturas, estatuas e demais artes relacionadas as Ordens a qual faço parte. Existem muitas coisas bem debaixo dos olhos dos profanos que a galera não esta nem ai, nem desconfiam. 
Mas vou fazer isso, mas pelo fato de mostrar como a arte, arquitetura, pinturas podem ser melhor apreciada ganhando novos olhares. Andar por pontos históricos se torna mais maravilhoso com isso.



Esta pintura, chamada de “O cavaleiro da mão no peito”, mas também conhecida como “O juramento do cavaleiro”, é uma das mais famosas pinturas espanholas. Um dos destaques do Maneirismo, foi pintada pelo artista Domenikos Theotokopoulos, mais conhecido como “El Greco”, por volta do ano de 1584.
Visto por muitos como a melhor representação do espanhol da Idade do Ouro, esse quadro tem sido alvo da atenção dos historiadores da arte ao longo dos séculos. O interesse pela pintura não se deveu apenas pela sua relevância histórica, mas principalmente pelos mistérios que a circundam: a identidade do homem e o significado do seu gesto.
Apesar das suspeitas de que se trata de Juan de Silva ou mesmo de Miguel de Cervantes, não há como confirmar tais teorias. Por tal motivo, oficialmente é um retrato de um “nobre espanhol não identificado”. Mas o mistério que mais curiosidades, estudos, pesquisas e teorias gerou é do sinal que o homem faz: com sua mão direita sobre o peito, como em sinal de respeito ou juramento, mas com os dedos médio e anelar unidos e os demais afastados.
Apesar de teorias como a de que o retratado possuía uma deficiência que mantinha os dedos grudados, ou que o pintor retratou o gesto dessa forma exatamente para alimentar a curiosidade da sociedade, a teoria mais comum entre os historiadores é de ser um “sinal de ritual, apenas inteligível aos iniciados”. 



Como mineiro e maçom, é com orgulho que afirmo que essa teoria de que o gesto do cavaleiro é um sinal ritualístico, mais precisamente um sinal maçônico, pode ser reforçada por outro artista, também mineiro e também maçom: Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. 
Estudos e pesquisas sobre a vida e a obra de Aleijadinho já mostraram que nosso artista incluiu, de forma discreta, sinais maçônicos em muitas de suas obras, entre elas as esculturas dos profetas, concluídas em 1805 e localizadasem Congonhas. Uma dessas esculturas, a de Jeremias, apresenta a mão direita com os dedos médio e anelar unidos e os demais afastados, assim como na pintura de El Greco.
Há indícios de que esse gesto, formando um “M” com os dedos, era um sinal comum na Maçonaria “latina” (Itália, Espanha, França, Portugal e as originadas dessas), usado para identificação em lugares públicos, já que outros sinais eram restritos ao uso em locais “livres dos olhos profanos”. Com o tempo, teria entrado em desuso, assim como outros sinais similares.
Talvez nunca descubram quem é o cavaleiro retratado naquela pintura, mas uma coisa parece ser certa: ele tinha orgulho de ser maçom e queria que os outros maçons soubessem disso.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

MAÇONARIA

Nada é tão oculto que não possa ser conhecido, ou tão secreto que não possa vir à luz. O que vos digo nas trevas que seja dito na luz. E o que ouvirdes em sussurro, proclamai do alto do edifício ( Senhor Jesus Cristo ).



Ninguém confia naquilo que não compreende. Não  fomos designados para justificar, defender ou louvar a Maçonaria. Mas nesses trinta anos de membro dessa Sublime Ordem, só a temos visto praticar o bem e nunca fazer nenhum mal.
Aprendemos que aqueles que se centram na verdade, na retidão, na bondade, justiça, honestidade e humildade, estão interligadas com os laços de amor e que a Maçonaria se considera um sistema peculiar de moralidade baseada no amor fraternal, no apoio mútuo e na verdade.

sábado, 9 de abril de 2011

A História dos Graus de Cavalaria

Desde a instituição dos Nobres Cavaleiros da ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques DeMolay em 1947, a única iniciação conferida em Convento, escrita exclusivamente por Frank Sherman Land, era a atual cerimônia de investidura. Porém em meados de 1967 o Convento de Cincinnati aprovou dois outros graus, “Ébano” e “Anon”, que em princípio foram concedidos regionalmente, mas acabaram por incentivar a criação de diversas cerimônias com relativo sucesso.

O Tio J. William Kutshbach, Diretor da Cavalaria de Ohio, foi um grande entusiasta dos graus conventuais. Praticante do Rito Escocês Antigo e Aceito, ele planejou um sistema de graus suplementares ao Convento, escalonados ao estilo “escocês”. Em 1972, durante a sessão do Supremo Conselho Internacional, Kutshbach assistira a uma dramatização denominada “O Painel” (The Tableau), apresentada pelos Conventos do Texas. Esse “Tableau” descrevia o martírio de Jacques DeMolay e causou uma forte impressão em todos; Kutshbach utilizou a sua estrutura dramática para transformá-lo no grau de Ex-Templário. Naquele mesmo ano, os graus de Ex-Templário, Ébano e Anon foram outorgados na convocação estadual organizada pelo Convento “Buckeye”.
A investidura de 1972 produziu grande repercussão. Uma vez que, de certa forma, o grau de Ex-Templário complementava o grau DeMolay, Tio Kutshbach sentiu-se motivado a explorar melhor a história da Ordem do Templo. Em companhia de Cavaleiros da região de Columbus, elaborou o grau da Tríade, que foi conferido na convocação estadual de 1973. Entre os graus de Ex-Templário e Tríade, o Convento estadual apresentava o “Tableau de Ohio”, uma pequena cerimônia que fizera parte do ritual DeMolay antes que fosse revisado na década de 1930. Em 1974 surgiu o grau honorífico do Manto Prateado, planejado para equivaler à Legião de honra DeMolay e então oferecido ao Tio Chester Hodges.
Kutshbach esboçara uma série de dez graus de Cavalaria, dos quais existiam apenas cinco. As cerimônias restantes ficaram sob a responsabilidade de Pat King. Surgiram deste modo os graus de Cavaleiro da Capela, Cavaleiro da Cruz de Salém, Cavaleiro da Cadência, Comendador e Grã-Cruz. No entanto, o Convento “Buckeye” dissolveu-se antes da conferência desses títulos, que estiveram desperdiçados e esquecidos até bem recentemente.
Havia outros rituais que, apesar de prontos, não foram incluídos na nomenclatura do “Ilustre Rito da Cavalaria de Ohio” do Convento “Buckeye”. Entre eles, estava uma cerimônia pública institulada “Cavaleiros, Bufões e Menestréis”, elaborada pela família Kutshbach, de caráter humorístico e inspirada na Ordem dos Shriners da América do Norte, que foi apresentada uma única vez durante um seminário DeMolay. Outra cerimônia pública era o “grau” de Cavaleiro da Rosa, escrito por Alice MacKinley Roberts na década de 1960 e equivalente à Cerimônia das Flores. Baseados em um obsoleto grau de Past-Master (Ex-Mestre Conselheiro) do Grande Capítulo de Ohio, Pat King e Craig Mount também haviam composto um cerimonial chamado “Quinta Seção”, destinado somente a Primeiros Conselheiros, Mestres Conselheiros, Ex-Mestre Conselheiros e seus equivalentes na Cavalaria. Além disso, foram revividos os graus de Cavaleiro da Rosa Branca e Cavaleiro das Cruzadas, ambos originários da “Ordem das Cruzadas”, uma dissidência rival da Ordem DeMolay que surgiu em 1950 e sobreviveu por apenas quatro anos.
O Supremo Conselho Internacional nunca autorizou os rituais do Ilustre Rito da Cavalaria. Entretanto, sob influência do Grande Acampamento dos Cavaleiros Templários dos EUA, reativaram-se os graus do Ébano e de Anon, mas apenas o primeiro foi adotado definitivamente como “Ordem do Ébano”, seguindo a denominação característica dos graus do Rito York. A Ordem do Ébano tornou-se um apêndice da Ordem da Cavalaria, conferido por direito aos Cavaleiros maiores de 19 anos, ainda que o seu sentido acabasse empobrecido pela ausência do seu complementar, o grau de Anon. A Ordem da Cavalaria foi introduzida no Brasil obedecendo a esse sistema de dois graus.
A idéia de reviver o “Ilustre Rito da Cavalaria de Ohio” no seio do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil partiu do Irmão Marcelo Brito, que no ano de 2004 presidia a Comissão de Ritual, Liturgia e Jóias. Por coincidência, o Irmão Brito encontrara o Irmão Pat King, que lhe confiou cópias datilografadas daqueles rituais. A Comissão de Ritual, Liturgia e Jóias iniciou um intenso trabalho de tradução dos originais, que, planejados para teatro, tiveram de ser forçosamente adaptados à apresentação em templo.
No dia 31 de março de 2005, o então Grande Mestre do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil, Tio Toshio Furukawa, expediu o Decreto nº 004 / 2004-2005, que autorizava e instituía legalmente os graus de Cavaleiro da Capela, Cavaleiro da Cruz de Salém, Ex-Templário, Tríade, Anon, Cavaleiro da Cadência, Comendador, Grã-Cruz e Manto Prateado, além do Tableau de Ohio como cerimônia “adicional”. O grau do Ébano foi suspenso até que o grau da Tríade fosse conferido para que se estabelecesse a ordem cronológica das investiduras. Esses graus foram então divididos em três conjuntos ou “séries” a serem concedidas em seqüência, lembrando o plano do Rito Escocês Antigo e Aceito, como imaginaria Kutshbach.
Texto: Secretaria de Cultura do GOB
retirado do http://www.deldebbio.com.br/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Maçonarias Espúrias

Material retirado do Blog Do Fr. Marcelo Del Debbio, e mas perguntas e respostas também, para esclarecimento sobre a Ordem Maçonica.



Já não é de hoje que eu tenho avisado vocês sobre esses grupos de picaretas se passando pela Maçonaria para angariar incautos. Este final de semana, os malandros chegaram a um novo patamar. Muito cuidado com convites por SPAM, Maçonarias Mistas, Femininas, Árabes e Galácticas.


NENHUMA Loja Maçônica Regular anuncia no Adsense, Spam, manda emails ou faz propaganda. Se você é meio lerdo, eu vou repetir: NENHUMA Loja Maçônica Regular anuncia no Adsense, Spam, manda emails ou faz propaganda. Se você recebeu QUALQUER tipo de contato, nem precisa me perguntar se é séria: a resposta é NÂO.

Trigo, Vinho, Óleo e Sal


Trigo, Vinho, Óleo e Sal na Cerimônia de Consagração
Há vários casos na Bíblia em que todos os quatro “elementos” são mencionados juntos em uma única frase, por exemplo em Esdras, 6:9, “trigo, sal, vinho e óleo…” e novamente em Esdras, 7:22, e em I Esdras, 6:30. Nas nossas cerimônias de consagração da atualidade, esses “elementos” devem a introdução, quase que certamente, ao seu uso nos tempos bíblicos como oblações, oferendas e sacrifícios sem sangue, como no Templo. Trigo, Vinho e Óleo são mencionados em Deuteronômio, 11:14, entre as recompensas para os que seguiam os mandamentos de Deus. Eles também eram considerados as necessidades primárias da vida diária, daí o seu uso entre os hebreus como oferendas de agradecimento e sacrifícios (não animais).

O sal também é relacionado com o sacrifício, mas possui uma variedade de significados simbólicos na Bíblia. O seu uso é determinado em Levítico 2:13.
Salgarás todas as tuas oblações… Porás, pois, sal em todas as tuas ofertas.

As Colméias e a Maçonaria


Esse importante símbolo maçônico foi ignorado (ou talvez seja desconhecido) por praticamente todos os escritores maçons brasileiros. Até mesmo a literatura internacional versa pouco sobre esse símbolo, presente desde a cultura egípcia, passando pelos romanos, usado pelos cristãos primitivos, e que posteriormente inspirou imperadores, como Napoleão.
Com exceção do ser humano, qual o outro ser vivo trabalha muito e em equipe, vive em comunidade, produz diferentes tipos de materiais, constrói casa para milhares de iguais, e tem forte hierarquia e disciplina?

A abelha trabalha duro e sem descanso, não para ela, mas para todas. Ela produz e ela constrói. Ela vive em harmonia com a natureza. A colméia é o grande emblema do resultado do trabalho da abelha, da sua capacidade de construir algo em prol de todos. A abelha é o ser construtor, assim como o maçom pretende ser. A partir disso é fácil compreender como a colméia se tornou um símbolo maçônico presente em antigos estandartes e aventais, e no grau de Mestre Maçom dos rituais mais antigos de nossa Ordem.

Não se sabe a partir de quando a Colméia passou a constar nos rituais maçônicos, mas já estava presente na Maçonaria desde, pelo menos, o início do século XVIII, como evidencia um catecismo maçônico irlandês datado de 1724:
“Uma abelha tem sido, em todas as épocas e nações, o grande hieróglifo da Maçonaria, pois supera todas as outras criaturas vivas na capacidade de criação e amplitude de sua habitação. Construir parece ser da própria essência ou natureza da abelha”.
Há vários registros de colméias como parte integrante e de destaque de templos e rituais maçônicos na Inglaterra, Irlanda, Escócia e EUA no século XVIII. Porém, com a renovação dos rituais em boa parte do Reino Unido a partir de 1813, esse importante símbolo foi de certa forma ignorado, surgindo vez ou outra em Lojas de Pesquisa, com exceção da Maçonaria Americana, que manteve sua importância no Ritual.

Para se ter uma melhor compreensão do significado maçônico da Colméia, segue pequeno trecho adaptado do Monitor de Webb:
“A Colméia é um emblema de indústria e operosidade. Ela nos ensina a prática dessas virtudes a todos os homens. Viemos ao mundo como seres racionais e inteligentes. Como tais, devemos sempre ser trabalhadores, jamais nos entregando à preguiça quando nossos companheiros necessitarem, se estiver em nosso poder auxiliá-los. …Aquele que não buscar trazer conhecimentos e entendimento ao todo, merece ser tratado como um membro inútil da sociedade, indigno de nossa proteção como Maçons.”

Enfim, um dos símbolos maçônicos com significado e ensinamentos mais profundos, simplesmente perdido nas brumas do tempo e nas páginas das incontáveis “revisões” promovidas pelos “sábios” de outrora. Esse é o verdadeiro “símbolo perdido” da Maçonaria.
Texto do excelente blog No Esquadro, do irmão Kennyo Ismail

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A Montanha e Musashi Kensei


A montanha, junto com a pedra (forma reduzida desta) e a árvore, com que se encontra associada, é um símbolo natural do “Eixo do Mundo”. Por ser na realidade uma elevação ou protuberância da terra, a estrutura imaginal do homem sagrado vê na montanha um símbolo da sua própria natureza, que aspira verticalmente para o superior ou celeste. 
Estive metido em minhas leituras, e no meu mangá - até agora - favorito, notei uma coisa que o autor colocou. E, digo, sempre é bom reler várias vezes livros e tudo mais, com o passar do tempo você pode enxergar muito mais coisa... Pois bem, na história contada em Vagabond, o personagem principal Myiamoto Musahi, enfrenta um duelo intelectual, espiritual, uma batalha de KI, entre ele mesmo, seu ego, sua voz interior, e a presença gigantesca de Yagyu Sekishusai, um mestre na arte da espada, o qual Myiamoto esperava derrotá-lo e assim conseguir se tornar forte e reconhecido.




segunda-feira, 5 de julho de 2010

Reflexões de Fernando Pessoa sobre a Maçonaria Cristã

Antes de iniciar este trabalho quero fazer uma reflexão. É a de que Fernando Pessoa considera, nestas suas notas, a Maçonaria como uma ordem iniciática com uma doutrina esotérica específica, preparatória para outras vias mais altas de Ocultismo.
Feito este reparo, e considerando todavia o grande interesse destas reflexões, entro na matéria do trabalho.
Conforme bem sublinhou Yvete Centeno na sua obra Fernando Pessoa e a Filosofia Hermética, o interesse pelo ocultismo e pelas tradições herméticas despertou no poeta por volta de 1906, quando tinha dezessete anos e vivia ainda na África do Sul.
Cedo Fernando Pessoa se afastou da religião católica em que tinha sido criado, como se pode constatar pelos fragmentos Excomunhão a todos os sacerdotes e sectários de todas as religiões do mundo, assinado por Charles Anon (1907) e Pacto com Satanás, feito por Alexander Search no mesmo ano.
Destas duas personagens literárias inglesas, só Search deixa umas centenas de poemas, entre os quais o poema Circle, de raiz nitidamente mágica.

O CÍRCULO
Tracei um círculo no chão,
Era uma figura estranha mística
Onde eu pensei que não haveria abundam
Mudo símbolos adequados de mudança,
E fórmulas complexas de Direito,
Qual é a boca do bucho da mudança.
Meus pensamentos mais simples em vão tinham originado
O atual dessa loucura livre,
Mas esse meu pensamento é condenado
Para símbolo e analogia:
Considerei um círculo pode se condensar
Com calma toda violência mistério.
E assim, em clima cabalístico
Um círculo traçado curioso eu ;
Imperfeito do círculo feito ficou
Pensamento formado com minuciosa atenção.
Do fracasso da magia profundamente I
A lição foi aprendida para me fazer suspirar.
A sua vinda para Lisboa em 1908 e a frequência da Faculdade de Letras levam o poeta a interessar-se pelo estudo da filosofia. A sua produção dessa data é constituída por apontamentos, anotações de leituras e sinopses de livros de filósofos. O poeta e pensador exprime-se então com a generosidade de quem procura o conhecimento com fins altruístas. Em 1910, numa lúcida auto-análise, Fernando Pessoa desabafa: “Eu era um poeta animado pela filosofia e não um filósofo com faculdades poéticas”.

O simbolismo Hermético do Pinóquio

Eu já havia escrito sobre o Simbolismo hermético nos contos da Branca de Neve e agora vou falar um pouco sobre outra história clássica e suas raízes iniciáticas.

Carlo Collodi escreveu em 1882 um livro chamado “As Aventuras de Pinóquio”, onde conta a história de um velho Mestre Carpinteiro que construiu um boneco de madeira.

Esta história simples é salpicada com considerações de ordem moral e da evolução da pessoa, que faz da história um relato iniciatico, em que Pinóquio se vai desprendendo de seus muitos defeitos até se tornar um verdadeiro ser humano, uma criança neste caso.

Poucas pessoas sabem que o Pinóquio, o boneco de madeira saiu da mente e da criatividade do escritor italiano Carlo Collodi, não é um conto de fadas. Na verdade, seu comprimento é um romance, mas sua trama infantil insuspeita é nada mais do que o veículo através do qual Collodi destina-se a entregar uma mensagem profundamente espiritual, iniciática, esotérica, de desenvolvimento pessoal.

Na verdade, a primeira coisa que gostaria de salientar é que o autor, Carlo Collodi, foi um membro da Ordem Maçônica, uma instituição que guarda e estuda as antigas tradições herméticas atribuídas a Hermes Trismegistus e é considerada uma das mais importantes instituições esotérica até os dias de hoje.

Branca de Neve e os Sete Pecados Capitais


Uma vez, no auge do inverno, quando flocos de neve caem como plumas das nuvens, uma rainha estava sentada à janela de seu palácio, costurando as camisas de seu marido. Nisto, levantou os olhos, espetou um dedo e caíram gotas de sangue na neve. E vendo o vermelho tão bonito sobre o branco, a rainha pensou:– Queria ter uma filha tão alva quanto a neve, tão vermelha como este sangue e tão negra como o ébano desta janela. Pouco tempo depois lhe nasceu uma filha que era branca como a neve, vermelha como o sangue e com uns cabelos negros como ébano. Por isso lhe puseram o nome de Branca de Neve. Mas, quando ela nasceu, a mãe morreu…”
Assim começa um dos mais famosos contos de fadas para crianças… mas será mesmo que a Branca de Neve foi escrito originalmente como uma inocente conto para colocar pequerruchos insones na cama?
Acompanhe a versão original e o simbolismo profundo por trás de um dos contos do tio Walt Disney.

Depois de um breve intervalo...

À todos minhas desculpas pelo afastamento do blog, mas, nada é por acaso não é mesmo!
Muito trabalho, estudos no mundo profano e iniciático fizeram isso acontecer, não tive muita preocupação também pelo fato de saber que tinha bastante material a disposição no blog para estudo e para os curiosos. 

Os estudos são necessários para todos, muitas mentes não estão preparadas para muita coisa, mas aos poucos vamos abrindo um caminho nessa camada grossa que é a Ignorância. A prática de tudo que é estudado possui níveis, e esses níveis são alcançados com estudos e dominação do próprio Eu. Temos que nos auto descobrir e com isso eliminar nosso erros. 

Muita gente deve entrar só não aqui neste blog, como em muitos outros achando que já irão descobrir segredos gigantescos ou profundos, escondidos antigamente a sete chaves  dos profanos, talvez sim, talvez não, o que vai fazer descobrirem isso é o nível de estudo e disciplina que o Buscador terá.

Só avisar, voltei e temos muito material para colocar aqui, espero que tomem consciência de que o estudo é necessário, e que este blog é só uma ferramenta de auxílio, espero que vocês se encontrem de alguma forma dentro de uma igreja, terreiro, em casa, em seu sanctum, no campo, na rua, na fazenda, em uma casinha de sapê... o importante é não ser nem certo nem errado, mas aprender a ser neutro e ter juízo ds coisas e das pessoas (atos e palavras) com verdade no coração.

E para começar uma breve introdução pro pessoal se distrair com mistérios escondidos nos desenhos de nosso frater Disney, que em seus muitos sucessos do cinema são mostrados símbolos e alguns conteúdos de Ordens. Vou tentar colocar aqui imagens dos filmes dele  e textos.



segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Aikidô e a Maçonaria


Aikido e Maçonaria?

Antes...sou fã da arte marcial que chama AIKIDÔ, desde que fui apresentado pratico hoje mais a parte filosofica já que não consegui achar um dojo com praticantes em Rio Branco (mas breve isso irá mudar - o universo sempre conspira a nosso favor). As Artes Marciais são Marciais, mas também Artes. Internas, mas externas. Como todo o grande, as Artes Marciais são paradóxicas e sua adequada compreensão e prática implicam nosso ser total: mente, emoção e corpo, num trabalho transformador e evolutivo que atende a pessoa de um modo completo e não apenas parcial. Resumindo é rox.

Agora o texto original do Frater Mauro Salgueiro, o qual já tive o prazer de prolongar essa conversa sobre aikido e maçonaria.


Vocês devem estar curiosos com o título, não é?
Explico, os dois andam muito ligados, e com certeza no Instituto Takemussu onde treino e ensino. Ambos tem por princípio o auto conhecimento e são caminhos que levam a Deus (nós chamamos na maçonaria de Grande Arquiteto do Universo), prezam a tolerância e a ética. No Instituto e na minha loja mãe, Estrela do Rio Comprido, praticamos os verdadeiros mandamentos de ambas. Preciso, no entanto esclarecer que embora há maçons praticando o Aikido, isto não significa que exista uma relação direta institucional ou associativa, entre a maçonaria e o Instituto Takemussu. Cada professor e praticante é livre para seguir a religião ou caminho que quiser, desde que no dojo respeite as normas e rituais vigentes estabelecidas. Fundamentalistas não se adaptam no Instituto Takemussu, é preciso se ter mentalidade aberta e aprender a se adaptar em todas as situações. Adaptação, Mobilidade, "jogo de cintura", flexibilidade é a palavra chave para os aluno do Instituto.

Na verdade, o Instituto Takemussu tem como proposta os praticantes atingirem o Takemussu Aiki e compreenderem o Shobu Aiki (A sabedoria do Aikido). Como a busca da sabedoria faz parte de todas as filosofias e caminhos tradicionais, como a maçonaria então existe identidade entre todos eles e o que é divulgado no Instituto. O Shihan Wagner Bull fundador do Instituto em 1986 decidiu criar um local para se estudar esoterismo, religião, filosofia, se cultivar a saúde tendo por ferramenta a arte marcial do Aikido, e como propósito final buscar a "ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL", ou seja, a percepção de como funcionam as leis universais e fazer com que o praticante do AIkido entre em ressonância com elas. E isto, ressalto é feito através da constante insistência em se praticar a arte do AIkido de forma marcial, onde os membros têm que realmente serem capazes de aprender a se defender de ataques vigorosos e com intenção de "machucar". È claro, que quando alguém se contunde nos treinos do Instituto isto é visto com algo vergonhoso, e um acidente para o instrutor e para quem o fez. O Sensei insiste sempre que se deve cuidar do corpo de nosso companheiro que nos foi emprestado para que pudéssemos treinar.
Decidi escrever esse texto como forma de agradecimento as duas fontes de minha inspiração. Os meus dois pilares, que junto com minha família – formam a tríplice argamassa que me sustentam.
Tanto no Instituto como na maçonaria nada é secreto. Apenas nos são passados ensinamentos que são frutos de muitas pesquisas e são passados para os que merecem. Embora o Sensei ensine o aspecto geral, e mostre as técnicas, certos detalhes passam desapercebidos e é aí que recebem a transmissão apenas àqueles praticantes, leais, honestos, de puro coração e que ao longo do tempo mostram ao Sensei que são sinceros e não fruto de astúcia para se obter vantagens materiais.
Como no Instituto, se estamos filiados, é porque passamos por provas e temos a confiança de nosso Sensei...nada é eterno, pois às vezes sofremos em ambas instituições com maus “irmãos”.Mas vamos sempre aprendendo a separar o joio do trigo. Ao longo do tempo, e das provações, vai havendo uma purificação e vão sendo promovidos para os graus mais elevados aqueles que na prática demonstram efetivamente valor, e identificação com "kannagara” (o mundo espiritual). Não existem promoções do Instituto Takemussu baseadas em política, ou vantagens materiais. Ou a pessoa merece ou não é graduado para um grau superior. E neste aspecto, a parte técnica tem que ir junto com a espiritual salvo raríssimas exceções no caso de idade avançada ou grande limitação física impossível de ser superada pelo esforço.
Buscamos a perfeição o tempo todo: sermos exemplos de homens, a iluminação-o aperfeiçoamento através do shuggyo.
Como agradecimento por poder fazer parte de ambas organizações, em todos os finais de ano, doamos alimentos para os necessitados.Este ano juntamos as duas forças-maçonaria e o Yamato Dojo – para arrecadarmos alimentos para os mais necessitados.
Doamos para várias famílias que necessitavam de mais atenção.Seres humanos como nós, privados de certas mordomias que devemos sempre agradecer.

Rogo a Deus, nosso grande arquiteto, que abençoe e lhes provenham com tudo de melhor possível.
Fiquem com Deus...
Deixo abaixo minhas duas assinaturas, fruto de trabalho árduo, perseverança, gratidão e muita fé.

Mauro Salgueiro:.
Yamato Dojo - dojocho
Instituto Takemussu Rio de Janerio
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