SE É A MERA CURIOSIDADE QUE AQUI TE CONDUZ, DESISTE E VOLTA; SE PERSISTIRES EM CONHECER O MISTÉRIO DA EXISTÊNCIA, FAZ O TEU TESTAMENTO E DESPEDE-TE DO MUNDO DOS VIVOS.
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

O que é o Hermetismo?



Por Renis R.

Para que o texto não seja apenas informativo, mas também emancipador, é fundamental estabelecer essa distinção entre o "dogma que aprisiona" e a "ferramenta que liberta". O Hermetismo, historicamente, se posiciona menos como uma religião e mais como uma ciência da alma.

A busca pelo sagrado é intrínseca ao ser humano. Para trilhar esse Caminho, utilizamos diversos "mapas":

  • Dogmas e Religiões: Oferecem estrutura e senso de comunidade.

  • Ocultismo e Teurgia: Oferecem métodos práticos de intervenção na realidade e contato com o invisível.

  • Rituais: Servem como âncoras para a mente focar em intenções elevadas.

O risco, no entanto, é o fanatismo. Quando o mapa (o dogma) se torna mais importante que o território (a experiência espiritual), a busca para de expandir a consciência e passa a limitá-la. O fanatismo é o oposto da Gnose; enquanto um exige obediência cega, o outro exige compreensão e vivência.


O Hermetismo como recurso pedagógico

O Hermetismo se destaca por ser uma tradição "aberta". Ele não pede que você acredite, mas que observe as leis da natureza. Ele funciona em três pilares principais:

Recurso Intelectual (Filosofia)

O Hermetismo fornece um sistema lógico para entender o caos do mundo. Através do estudo de textos clássicos, o praticante desenvolve o discernimento, aprendendo a ler o "Livro da Natureza".

Recurso Pedagógico (Autodesenvolvimento)

Ele ensina a Educação da Vontade. No Hermetismo, o indivíduo deixa de ser um náufrago das circunstâncias para se tornar o capitão da própria mente. É um processo de "lapidação" constante, onde a pedagogia hermética ensina a transmutar emoções densas (medo, raiva) em estados elevados (coragem, compreensão).

Recurso Mágico (Teurgia e Ação)

Aqui, a "magia" não é superstição, mas a ciência de causar mudanças em conformidade com a vontade. Através da compreensão das leis de vibração e causa e efeito, o praticante aprende a influenciar seu ambiente e sua própria psique de forma consciente e ética.



O Caminho da Liberdade Mental

A relação entre o Hermetismo e o desenvolvimento pessoal é direta: a liberdade só vem através do conhecimento das leis que nos governam.

Enquanto o fanatismo cria muros, o Hermetismo constrói pontes. Ele propõe que o ser humano não é um escravo do destino, mas um "co-criador". Como afirma o Corpus Hermeticum:

"Se você não se tornar igual a Deus, não poderá compreender Deus; pois o semelhante é conhecido pelo semelhante."

Isso significa que o desenvolvimento pessoal não é um bônus da espiritualidade, mas a própria condição para que ela exista.

O Encontro de Dois Mundos

O Hermetismo é uma tradição filosófica e espiritual baseada nos escritos atribuídos a Hermes Trismegisto ("Hermes Três Vezes Grande"). Ele representa uma fusão entre a sabedoria egípcia (o deus Thoth) e a filosofia grega (o deus Hermes).

  • Fundamento: Diferente do que muitos pensam, o Hermetismo clássico não é apenas "magia". É uma busca pelo Gnosis — o conhecimento direto do divino através da razão e da contemplação.

  • Texto Chave: O Corpus Hermeticum, especialmente o "Pimandro", que descreve a visão da criação e a ascensão da alma.



"Como em cima, assim embaixo"

Para o hermetista, o universo é um organismo vivo e interconectado. Nada está isolado.

  • O Todo: A ideia de que "Tudo é Mente". O universo existe dentro da mente do Criador.

  • Correspondência: O macrocosmo (o universo) reflete o microcosmo (o ser humano). Compreender a si mesmo é a chave para compreender as estrelas.

Os Sete Princípios (O Caibalion)

Embora seja um texto mais moderno (1908), O Caibalion sintetizou a filosofia hermética em sete leis que são fundamentais para qualquer blog sobre o tema:

  1. Mentalismo: O Todo é Mente.

  2. Correspondência: O que está em cima é como o que está embaixo.

  3. Vibração: Nada está parado; tudo se move.

  4. Polaridade: Tudo é duplo; os opostos são iguais em natureza, mas diferentes em grau.

  5. Ritmo: Tudo tem fluxo e refluxo.

  6. Causa e Efeito: Toda causa tem seu efeito; toda ação tem sua reação.

  7. Gênero: Tudo tem seus princípios masculino e feminino.

O Objetivo do Hermetismo: A Transmutação Mental

O Hermetismo não serve apenas para "saber", mas para transformar. A "Alquimia Hermética" mencionada nos textos clássicos é, muitas vezes, uma metáfora para a transformação da "chumbo" (a ignorância e os instintos baixos) em "ouro" (a iluminação e a virtude).

"Os lábios da sabedoria estão fechados, exceto aos ouvidos do Entendimento." — O Caibalion

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A Partícula de Deus


As pessoas se prendem demais á alguns símbolos, ainda mais pela sua forma vista em 2D, se conseguíssemos colocar essas imagens em 3D e se movimentando, poderíamos dar uma gama maior de possibilidades para explicar muito dos místérios.

A figura do Selo de Salomão, Estrela de Davi, Escudo de Sião, se pegarmos e colocar os átomos girando teremos a mesma estrela, apenas em 3D e movimentando. Maior parte das civilizações antigas, no que nos deixaram de pistas, eles nos ensinam medicina, nos ensinam astrologia, nos ensinam agricultura, astronomia, e, ritos de cunho místico esotérico. As religiões surgiram disso. Então a Ciência está sempre voltada dentro destes mistérios. 


ATÓMO: Os cientistas, por meio de técnicas avançadas, já perceberam a complexidade do átomo. Já comprovaram a presença de inúmeras partículas em sua constituição e desvendaram o comportamento dessas partículas. Mas para construir alguns conceitos que ajudam a entender a química do dia-a-dia, o modelo de átomo descrito por Rutherford-Bohr é suficiente. Na constituição dos átomos predominam os espaços vazios. O núcleo, extremamente pequeno, é constituído por prótons e nêutrons. Em torno dele, constituindo a eletrosfera, giram os elétrons.
O diâmetro da eletrosfera de um átomo é de 10,000 a 100,000 vezes maior que o diâmetro de seu núcleo, e sua estrutura interna pode ser considerada , para efeitos práticos, oca; pois para encher todo este espaço vazio de prótons e nêutrons (ou núcleos) necessitaríamos de um bilhão de milhões de núcleos…
O átomo de hidrogênio é constituído por um só próton com um só elétron girando ao seu redor. O hidrogênio é o único elemento cujo átomo pode não possuir nêutrons.
O elétron e o próton possuem, respectivamente, carga negativa e carga positiva, porém não a mesma massa.  FONTE: wikipedia.org
Agora imaginem a representação já tão famosa em ordens discretas onde a junção para formação desta estrela é o masculino e feminino, luz e sombra, bem e mal, matéria e espírito, positivo e negativo.




Alguns dias após a divulgaçao da descoberta do Bóson de Higgs, pesquisando o assunto na internet, encontrei essa incrível palestra de Sri Sri Ravi Shankar. Ele relaciona, não apenas como a partícula era citada nos antigos textos védicos – mas também, como foi previsto, nesses mesmos textos antigos, que a partícula seria encontrada.
Sri Sri Ravi Shankar é o Fundador da Art of Living – no Brasil, Arte de Viver, uma Organização Mundial para a Cultura de Paz.



FONTE DO VÍDEO: Destruidor de Dogmas

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

A Apoteose Humana


Bem acima do chão da Rotunda do Capitólio, Robert Langdon avançava com nervosismo pela passarela circular situada logo abaixo do teto da cúpula. Ele espiou hesitante por sobre o parapeito, tonto por causa da altura. (…)
Agora, de onde Langdon estava, o Arquiteto do Capitólio não passava de um minúsculo pontinho, movendo-se com passos firmes 55 metros abaixo e depois sumindo de vista. (…)
(…) e correu os olhos pelo imenso espaço vazio à sua frente até a outra ponta da galeria. Katherine tinha seguido adiante sem medo, aparentemente insensível à altura. Ela já havia cruzado metade da circunferência, admirando cada centímetro de A Apoteose de Washington, de Brumidi, que pairava acima de suas cabeças. Daquela perspectiva rara, os personagens de 4,5m de altura que enfeitavam os 433 metros quadrados do domo do Capitólio podiam ser vistos em um nível de detalhe surpreendente.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A Busca do ''Eu''

Texto poderoso do Alan Moore, traduzido pelo Acid em 2009.

“Quando cumprimos a vontade de nosso verdadeiro Eu, nós estamos inevitavelmente cumprindo com a vontade do universo. Na magia ambas as coisas são indistinguíveis. Cada alma humana não é, de fato, UMA alma humana: é a alma do universo inteiro. E, enquanto você cumprir a vontade do universo, é impossível fazer qualquer coisa errada.



Quem é Você?

Musica: A Arte de ouvir
As Cores da Minha Vida
Comer, Rezar e Amar

São nomes que poderia dar a esse post. Minha esposa tem um olhar muito dela e perfeito como de um artista para enxergar os detalhes por menores que muitos deixam passar nessa obra de Arte Divina, e que esse Artista se mantém Oculto em nós e em Tudo.
Ela escreveu em seu blog sobre nosso final de semana, em casa, fazendo um almoço simples e gostoso, limpando a casa e brincando com nosso filho, vendo no final da tarde de trabalho um por do sol lindo e maravilhoso fechando a tarde e surgindo no céu o sorrido de uma lua branca e brilhante.



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Escolha, Caminho e Destino

Sempre penso sobre as catástrofes e tragédias que andam acontecendo e se existem culpados por elas. Já notaram que é muito mais fácil colocar a culpa em alguém do que assumir que aquilo tinha que acontecer para o Todo continuar em sua Trilha?
Se existe Destino, o Acaso é uma grande desculpa para qualquer coisa que não encontramos explicações e a Escolha é mera Ilusão. A morte normalmente é vista como um grande Mal, mas é de extrema necessidade para o Ciclo, que na realidade, é Bom e Belo.
-A Escolha é uma Ilusão?
Se acreditarmos em Destino, sim! Não existe Escolha e qualquer tipo de decisão que tomamos faz parte de uma linha de segmentos preestabelecidos e que não podem ser alterados, ou seja, Destino.
Você deve pensar que pode driblar esse Destino e escolher outro Caminho tentando fazer uma surpresa para O Escritor, Mas com certeza foi Ele quem decidiu que você iria mudar seu rumo.

O Milho de Pipoca


A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.
O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.

O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.
Pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa.
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos.
Dor.
Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.
Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo.
Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! ? e ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá ? o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia.
Não vão dar a alegria para ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada.
Seu destino é o lixo…
Autor desconhecido.

domingo, 19 de junho de 2011

QUAL O SEU MAIOR MEDO?!

''... E na medida em que deixarmos nossa luz brilhar, nós inconscientemente damos às outras pessoas a permissão pra fazer o mesmo, na medida em que nos liberamos de nosso medo. Nossa presença automaticamente libera os outros...

Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nossos maiores medos são os de sermos poderosos além da conta. É nossa luz e não a nossa obscuridade que mais nos apavora. Ser pequeno não serve ao mundo, não há nada de sábio em se encolher pra que as outras pessoas não se sintam inseguras ao seu redor. Nós todos fomos feitos pra brilhar como as crianças. Não está apenas em alguns de nós, está em todos. E na medida que deixarmos a nossa Luz Brilhar, nós inconscientemente damos as outras pessoas a permissão para fazer o mesmo na medida em que liberamos o nosso medo. Nossa presença automaticamente libera os outros ''


É com esse texto que começo a semana.
Quando uma pessoa busca uma religião, tenta refinar a sua pessoa e despertar sua Fé verdadeira, quando entra pelo portal de um Templo, quando entra pela porta de uma sala de aula para estudar matemática, arquitetura, pintura ou qualquer que seja a disciplina, quando vai ao jardim e fica ajoelhado diante uma planta cuidando de suas folhas, regando sua raiz, essa pessoa está refinando isso, sua própria essência divina.


Não importa se você é ateu, crente, católico, xintoísta, budista ou de qualquer grupo filosófico existente, o que importa é a busca de sua Luz, onde tornará sua pessoa boa, honrada, honesta, equilibrada, amiga. Levando harmonia e Força para todos perto de você, a sua volta e em qualquer lugar que você ande e esteja.


Quando você para, olha e se dá conta que sua orientação levou pessoas a ganharem força, se realizarem e descobrirem a felicidade em seus atos verdadeiros e sem buscarem reconhecimento, bens materiais, valores vazios que não são o ouro real e divino que todo alquimista busca, você fica feliz consigo mesmo. Sabe que aquelas pessoas levarão isso adiante. A Arte ou magia é isso. 


Moldar o mundo de forma que a Vontade Divina se concretize na terra. Levando as pessoas da ignorância e Real Sabedoria. Ser bom em sua totalidade é difícil e árduo, nós vivemos em um mundo corrupto e caótico, mas a Ordem vem disso tudo.


Coloque em seu dia a dia palavras poderosas como:
HONRA, DISCIPLINA, HONESTIDADE, POSTURA, EQUILÍBRIO, JUSTIÇA, IGUALDADE, FRATERNIDADE, IRMANDADE, FÉ, RESPEITO, AMOR, VERDADE, FORÇA, FOCO, CORAGEM, PUREZA...


Palavras como essas no seus dias e em sua cabeça fazem com que seus olhos vejam as cores do mundo, as pessoas não pela casca mas pelo espírito. Se pergunte por que você estuda, porque você está lendo esse material aqui, porque você está no seu trabalho, em que você ajudou ou melhorou no seu ambiente de trabalho, casa, rua, bairro, cidade, país. Ressoe pelo mundo, faça suas ações serem boas e equilibradas levando assim para os quatro cantos do mundo tudo que é de mais harmonioso e benigno para o Cósmico.


Plante o Bem e colherá juntamente com amigos uma vasta e farta conquista.


terça-feira, 22 de março de 2011

O Urso e a Panela

Um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.


A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida que o conduziu a um acampamento de caçadores.

Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um caldeirão de comida.

Quando a panela já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda a sua força e enfiou a cabeça dentro dela, começando a devorar tudo.

Enquanto abraçava a panela, percebeu algo lhe machucando.

Era o calor do caldeirão… ele estava sendo queimado nas patas, no peito e em todos os lugares em que a panela encostava.

O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, interpretou as queimaduras pelo seu corpo, como algo que queria lhe tirar a comida.

Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra o seu corpo.

Quanto mais a panela quente lhe queimava, mais ele a apertava contra o seu corpo e mais alto rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso caído próximo à fogueira, segurando a panela de comida.

O urso tinha tantas queimaduras que a panela grudou no seu corpo e, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Na vida, algumas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser muito importantes.

Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, continuamos agarrados a elas!

Temos medo de abandoná-las e esse medo nos provoca ainda mais sofrimento e desespero.

Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos destruídos por algo que, muitas vezes, protegemos, acreditamos e defendemos.

Em alguns momentos da vida, é necessário reconhecer que nem sempre o que valorizamos tanto é realmente importante, muitas vezes nos agarramos, com todas as forças, ao que nos causa apenas angústia e sofrimento…

Tenhamos o discernimento que o urso não teve.

Coragem!

Solte a panela!!!!

Texto de autor desconhecido.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sobre Astrologia e nosso Corpo

Seguinte, esse post, é uma resposta ou argumento usado por um visitante - Alexp - do blog Sedentário & hiperativo na coluna Teoria da Conspiração do Frater Del Debbio.
Achei muito interessante e de fácil compreensão o que ele explicou e fez uma comparação.
Espero que gostem e cheguem ao Entendimento.


Estava eu cá com meus botões pensando em uma analogia para explicar o “funcionamento” da Astrologia pra quem nunca se arriscou saber o que existe além dos horroróscopos de jornal, mas que conhece um pouco de tecnologia, já que conheço muita gente assim… Veja se a analogia é boa:
Suponha que eu te dou um computador bem atual em termos de hardware e com os mais variados softwares que te possibilitem fazer as mais diversas coisas. Tipo um intel i7, com 2 Tb de HD, 8 Gb de RAM, gravador de blue-ray.
De quebra já te entrego ele com Windows 7 Professional Edition (ou MAC OS X Snow Leopard , Google Chrome OS ou qualquer versão de Linux tb…), Adobe Photoshop CS6, AutoCAD 2011, McAfee Total Protection, MSOffice 2010, Google Chrome, CyberLink PowerDirector 9 Deluxe, e o escambal… ah, também te dou um linkizinho de 1 gigabit por segundo de conexão com a internet…
Você fica extremamente feliz e excitado com essa maravilha tecnológica, porém, tem um problema! Você nunca mexeu com AutoCAD, só sabe que Photoshop é um programinha usado pra consertar a celulite das capas da Playboy e tá pouco se lixando com os possíveis vírus que podem entrar na sua máquina tornando-a vulnerável.
Pois bem! De que serve um puta computador, cheio de recursos se você não sabe usar? Você tem duas escolhas! Aprende a usar e conhece um mundo novo ou pega essa “Ferrari” e usa só pra copiar/colar receita da Ana Maria, falar no msn com os amiguinhos e acessar o site do Sedentário (ops!), globo.com/bbb, youtube, …
Mas ah meu amigo! Se você aprender a usar o tal photoshop, pode fazer coisas como essa(http://www.sedentario.org/imagens/um-beijo-classico-colorido-34609), se aprender a usar o AutoCAD pode arrumar um emprego de desenhista e projetar o que quiser, se aprender a usar o PowerDirector pode até virar um Hans Donner e por aí vai.
Agora vamos à analogia!
Imagine que o gabinete do computador é o seu corpo físico, o hardware é o seu cérebro e todos os demais órgãos necessários para o funcionamento do seu organismo e os softwares são as energias (capacidades) que você tem disponível para seu livre uso.
A Astrologia mostra então que você é um complexo computador, com muitas e muitas capacidades a seu favor (que são os softwares previamente instalados). Ela vai ajudar você a descobrir quais são essas energias (softwares), o que elas permitem você fazer e, por fim, realizar aquilo que é a sua Verdadeira Vontade.
Você pode usar essas energia nas oitavas mais altas (usar o “Photoshop” pra fazer arte!), nas oitavas mais baixas (usar o “Photoshop” pra forjar uma assinatura de contrato) ou simplesmente não trabalhar os potenciais de determinada energia pra nada (usar o “Photoshop” pra abrir fotos! coisa que qq outro software faz)…
Um super computador só é um super computador se alguém usá-lo como tal. Você só será Você de verdade (o seu EU SUPERIOR) e realizará sua “tarefa” se souber usar suas capacidades.
Grande abraço a todos…
@MDD – analogia muito interessante mesma. Pena que a imensa maioria da população só usa seu micro pra acessar o orkut…

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Espada de Myiamoto Musashi e sua Tsuba





Este post, fiz tempos atrás para um grupo de estudo, e descobri muita coisa através dele. Gostaria de obter respostas de estudantes da Arte da Espada, estudantes de Myiamoto Kensei e filosofia Zen, e saber com isso se até onde escrevi isso tudo tem algo de aproveitável, se não tiver pelo menos apreciem a leitura.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A Travessia da Montanha


A muito tempo, em certa tribo de índios, era costume que os rapazes que atingiam a idade própria e aspiravam a serem consagrados guerreiros se submetessem a uma dura prova.
Próximo da aldeia havia grandes montanhas, jamais transpostas.
No dia designado para a prova, partiam os candidatos e procuravam galgar a íngrime escarpa. Ninguém conseguira, ainda, atingir os altos píncaros. Contudo, eram aprovados aqueles que demonstrassem haver subido tão alto quanto os valentes dos anos anteriores. Para isso deveriam trazer; de volta, um ramo de certo arbusto, que só crescia nas partes mais altas da montanha.
Certo ano, todos os jovens desceram trazendo orgulhosamente o ramo comprovante de sua façanha. Todos, exceto um que desceu por último. Seus camaradas estavam atônitos, pois sabiam ter ele alcançado um lugar bem mais alto que todos os demais.
O chefe da tribo, de fisionomia enérgica, fitou-o fortemente, perguntando-lhe se trazia alguma coisa que provasse ter alcançado a altura exigida. 
O rapaz estendeu as mãos vazias. Mas havia um extasiante brilho em seus olhos quando serenamente explicou: ''EU VI O OUTRO LADO''.

Texto retirado do livro: ABSINTO O inebriante Templo Maçônico Dentro da Tradição Kabbalística - ''Sob a Luz do Sol da Meia Noite'' - M.'. I.'. 33° Ali A'l Khan S. I.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A Real Liberdade Humana

“O problema da paz é o problema da liberdade.”
Jiddu Krishnamurti

É comum que os seres das mais variadas classes e segmentos da sociedade divulguem ideais que considerem os melhores para que possamos viver em um mundo mais harmonioso e justo. Este tipo de posicionamento é muito incentivado pela mídia ou por propaganda política, em especial em épocas de crise ou de pleitos eleitorais. Portanto, torna-se corriqueiro na nossa civilização atual esses temas serem comentados e solicitados diariamente das mais diversas formas.

Contudo, nós sabemos o que repetimos constantemente? Ao clamar por justiça, igualdade, liberdade ou verdade, temos plena consciência do que realmente estas palavras significam? As dificuldades maiores já ocorrem porque determinadas palavras assumem significados diferentes para classes de pessoas diferentes. Apenas para exemplificar podemos levar duas questões sobre um mesmo assunto: Será justo uma nação atacar e invadir outra “em nome da democracia e da liberdade”? Por outro lado, será justo deixar uma nação ser massacrada por um ditador que também diz defender a democracia e a liberdade? Ficando apenas no aspecto ético da palavra já podemos perceber o problema de não se conhecer o que se invoca.
Sim, invoca. Cada ideal é uma egrégora que vai se plasmando no inconsciente coletivo da maneira que este incosciente começa a definí-la. E mais, essa egrégora cedo ou tarde se manifestará da maneira que foi definida. Um exemplo clássico é o do inferno cristão. Durante séculos a Europa se deixou dominar pela idéia de que o inferno teria demônios que queimariam, espetariam e torturariam das mais diversas formas os seus prisioneiros. E como se escolheriam os prisioneiros deste inferno? Bastaria que fossem renegados pela Igreja ou acusados de renegarem Deus. Ora, o que foi a “Santa Inquisição”? Multidões sendo queimadas, espetadas e torturadas por serem renegados pela Igreja ou acusados de renegarem Deus! Esta egrégora do “inferno”, após séculos sendo trabalhada, manifestou-se e cumpriu o seu papel!
Portanto, se devemos defender um ideal, devemos conhecê-lo. Falar levianamente em justiça e não ser justo é um erro de consequências graves, pois a egrégora se formará de acordo com aquilo que se age, fala, mas principalmente sente e pensa.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O Eu Sou



O ser humano tem dois “Eus“, ou está composto de duas entidades:
O Eu corporal, carnal, que tem sua própria mente, e o EU SOU.
Cada vez que o homem diz “EU SOU”, está invocando a ação de Deus em si e em sua vida, pondo em movimento a substância única da qual Deus formou o céu e a terra: “Que a Luz seja feita” - e o fluido e a vibração se puseram em movimento. Dizer EU SOU é trabalhar sobre essa Luz e, por seu meio, sobre toda a natureza que seja submissa às modificações pela inteligência.
DEUS é VIDA e a VIDA é AMOR, Paz, Harmonia e Bem-Estar.
 A Ela, não lhe interessa quem a use; é como o Sol que ilumina o bom e o mau, o lobo e o cordeiro. EU SOU é a própria vida ativa, e quando alguém diz “EU SOU” faz vibrar todo o poder da Vida e abre a porta a seu eflúvio e fluxo naturais, porque “EU SOU” é a plena atividade de Deus, e por tal motivo nunca, jamais se deve consentir que seu pensamento venha a colocar uma negatividade a EU SOU, ou venha a entorpecer a atividade DESSA VIDA como quando diz: “eu não posso”, “já estou perdido”, “não sou feliz”, etc., porque com essas afirmações inutiliza a energia de Deus que está em si mesmo e em seu mundo.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O Cego e a Lanterna

Quando saía da casa de um amigo tarde da noite, um homem cego recebeu deste uma lanterna. O cego disse, surpreso:
"Sou cego. De que me vale levar uma lanterna?"
"Sei disso, mas como vais caminhar no escuro, a lanterna evitará que outras pessoas esbarrem em vós," disse o solícito amigo, acendendo a vela dentro da lanterna.
O homem partiu levantando a lanterna à sua frente. Confiante no fato de que ela evitaria acidentes com outras pessoas, ele caminhou sem medo ou relutância ao longo da estrada. Nunca ele se sentiu tão confiante, sabendo que a lanterna era um eficiente aviso de sua presença no caminho.
Entretanto, para sua completa surpresa, de repente alguém esbarra fortemente nele, que cai ao chão. Irritado com isso, o cego grita:
"Não podeis ver uma lanterna aproximando-se?! Com certeza és mais cego do que eu!!!!"
Mas o outro homem disse, confuso:
"Mas como eu poderia ter visto uma lanterna apagada nesta noite escura?!"
Todo aquele tempo o cego carregava a lanterna inutilmente, pois o vento tinha apagado a vela há muito...
"Ninguém, depois de acender uma candeia, a põe em lugar oculto, nem debaixo do alqueire, mas no velador, para que os que entram vejam a luz. A candeia do corpo são os olhos. Quando, pois, os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas, quando forem maus, o teu corpo será tenebroso. Vê, então, que a luz que há em ti não sejam trevas. Se, pois, todo o teu corpo estiver iluminado, sem ter parte alguma em trevas, será inteiramente luminoso, como quando a candeia te alumia com o seu resplendor"
(Lucas 11:33-36)

O Vaso


Versão adaptada por Roberto Shinyashiki
Certo dia, num mosteiro zen-budista, com a morte do guardião foi preciso encontrar um substituto. O grande Mestre convocou então todos os discípulos para determinar quem seria o novo sentinela. O Mestre, com muita tranqüilidade, falou:
- "Assumirá o posto o primeiro monge que resolver o problema que vou apresentar."
Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo e disse apenas:
- "Aqui está o problema!" Todos ficaram olhando a cena. O vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?
Nesse instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre, os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e ... ZAPT ... destruiu tudo, com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou a seu lugar, o Mestre disse:
- "Você será o novo Guardião do Castelo."
Moral da História: Não importa qual o problema. Nem que seja algo lindíssimo. Se for um problema, precisa ser eliminado. Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou, tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem que ser suprimido.
Muitas pessoas carregam a vida inteira o peso de coisas que foram importantes no passado, mas que hoje somente ocupam um espaço inútil em seus corações e mentes. Espaço esse indispensável para recriar a vida. Existe um provérbio oriental que diz: "Para você beber vinho numa taça cheia de chá é necessário primeiro jogar o chá fora, para então, beber o vinho."
Ou seja, para aprender o novo, é essencial desaprender o velho.

A Mente e o Arco



Após ganhar vários torneios de Arco e Flecha, um jovem e arrogante campeão resolveu desafiar um mestre Zen que era renomado pela sua capacidade como arqueiro.

O jovem demonstrou grande proficiência técnica quando ele acertou, na primeira flecha lançada, um distante alvo bem na mosca, e ainda foi capaz de dividir a primeira flecha em duas com seu segundo tiro.
"Sim!", ele exclamou para o velho arqueiro, "Veja se pode fazer isso!"
Imperturbável, o mestre não preparou seu arco, mas em vez disso fez sinal para o jovem arqueiro segui-lo para a montanha acima.
Curioso sobre o que o velho estava tramando, o campeão seguiu-o para o alto, até que eles alcançaram um profundo abismo atravessado por uma frágil e pouco firme tábua de madeira. Calmamente caminhando sobre a insegura e certamente perigosa ponte, o velho mestre tomou uma larga árvore longínqua como alvo, esticou seu arco, e acertou um claro e direto tiro.
"Agora é sua vez," ele disse, enquanto suavemente voltava para o solo seguro.
Olhando com terror para dentro do abismo negro e aparentemente sem fim, o jovem não pôde forçar a si mesmo caminhar pela prancha, muito menos acertar um alvo de lá.
"Você tem muita perícia com seu arco," disse o mestre, percebendo a dificuldade de seu desafiante, "mas tem pouco equilíbrio com a mente, que deve nos deixar relaxados para mirar o alvo."

O Arqueiro e o Alvo

No Japão, um professor alemão, Herrigel, estava aprendendo a arte do arco-e-flecha com um mestre Zen. Ele se tornou perfeito, 100% perfeito, não errava nenhum alvo.
Naturalmente, ele disse ao mestre: "Agora o que resta aprender aqui? Posso ir embora agora?".
O mestre respondeu: "Você pode ir, mas não aprendeu nem o bê-á-bá da minha arte".
Herrigel disse: "O bê-á-bá da sua arte? Mas eu sempre acerto o alvo!".
O mestre replicou: "Quem está falando em alvo? Qualquer tolo pode fazer isso, basta praticar. Isso não tem nada de mais; agora é que começa a verdade. Quando o arqueiro pega o arco e a flecha e mira o alvo, há três coisas aí: uma é o arqueiro, o mais fundamental e básico, a fonte, a essência; depois há a flecha, o que passará do arqueiro para o alvo; e depois há o "olho do touro", o alvo, o ponto mais distante. Se você acertou o alvo, atingiu o mais distante, tocou na periferia. Você precisa tocar na fonte; você se tornou tecnicamente um especialista em atingir o alvo; mas, se estiver tentando penetrar nas águas mais profundas isso não é muito. Você é um especialista, é uma pessoa de conhecimento, mas não de sabedoria. A flecha se movimenta a partir de você, mas você não sabe de que fonte vem a energia que a movimenta, com qual energia. Como ela se movimenta? Quem a está movimentando? Você não sabe isso, não conhece o arqueiro.
Você praticou o arco-e-flecha, o alvo você acertou, sua pontaria foi 100% perfeita, você se tornou eficiente com um nível de perfeição de 100%, mas isso se refere ao alvo. E você? E o arqueiro? Alguma coisa aconteceu no arqueiro? Sua consciência mudou um pouco? Não, nada mudou. Você é um técnico e não um artista. Você vê as flores de uma árvore, mas esse não é o conhecimento real, a menos que você penetre fundo e conheça as raízes. As flores dependem das raízes; elas nada mais são do que a expressão da essência das raízes. As raízes estão carregando a poesia,a fonte, a seiva que se tornarão as flores, que se tornarão os frutos, que se tornarão as folhas. E, se você contar continuamente somente com as flores, os frutos e as flores e nunca penetrar na escuridão da terra, nunca entenderá a árvore, pois a árvore está nas raízes."
Post roubado Saindo da Matrix
Post roubado de um comentário do Tr0ll no blog do Franco-Atirador.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Os Doze Dias Sagrados

Os Doze Dias Santos

Corinne Heline


Do Livro "O Mistério de Cristo", que culmina a série de 7 volumes sobre Interpretação da Bíblia para a Nova Era, escrito por Corinne Heline e que tem a seguinte dedicatória:

"A Meu Reverendo Instrutor e Amado Amigo MAX HEINDEL
quem me apoiou para que empreendera este trabalho
e cuja assistência e inspiração há sido incalculável"

PRELÚDIO

Se crê comumente que o 25 de dezembro, celebrado como Natal, nos aproxima ao festival espiritual da estação do Solstício de Inverno. Isto não é totalmente certo, pois é só o começo da entrada em um período de profundo significado. Este período de doze dias que vai desde o Natal até a Décima Segunda Noite é o coração do ano que entra. Esses doze dias tem sido chamado muito adequadamente, o Santo dos Santos do ano. Este trabalho está dedicado ao estudante sério dos Mistérios Cristãos, com o fim de ajudar-lhes a obter uma melhor sintonia com as doze forças zodiacais liberadas sobre o planeta nesta temporada.

Cada um dos doze Dias Santos está sob a direta supervisão de uma das doze Hierarquias zodiacais, que projeta sobre o planeta o modelo cósmico do mundo como será uma vez que o trabalho combinado das Hierarquias haja culminado. Também se correlacionam os doze Discípulos com estes doze Dias Santos e igualmente com os doze centros espirituais por meio dos quais operam as doze forças no templo-corpo do homem. Cada estudante sincero, portanto, fará uso deste sagrado período visualizando o trabalho das Hierarquias, meditando sobre a vida e obra dos Discípulos, e dirigindo as radiações espirituais das Hierarquias em direção aos centros do corpo com os que se relacionam. Se é sincero e persiste um ano após outro neste elevado esforço, não deixará de obter a recompensa quanto a um grande desenvolvimento espiritual.
Desde o momento do Solstício de Inverno em que a luz de Cristo entra no coração da Terra, o planeta está impregnado pelas poderosas radiações solsticiais que continuam, ainda que algo diminuídas, durante os doze Dias Santos. Muitas e maravilhosas atividades têm lugar nesta época nos planos sutis. A primitiva Igreja cristã concluía seu ministério esotérico na mística Décima Segunda Noite com o Rito do Batismo, uma de suas mais elevadas Iniciações. Os neófitos modernos que tem obtido a iluminação sabem que é possível entrar em comunhão com os Seres divinos e com o Senhor da Luz. Uma experiência assim foi a que inspirou o Evangelho de João, com freqüência chamado o "Evangelho do Amor.
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