SE É A MERA CURIOSIDADE QUE AQUI TE CONDUZ, DESISTE E VOLTA; SE PERSISTIRES EM CONHECER O MISTÉRIO DA EXISTÊNCIA, FAZ O TEU TESTAMENTO E DESPEDE-TE DO MUNDO DOS VIVOS.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Nassim Haramein - E o Universo visto de forma diferente.





Zeitgeist – O documentário que eles não gostariam que você visse

PS: só antes de vocês assistirem a primeira parte, tenho de deixar uma coisa clara: Existiu SIM uma figura histórica chamada Yeshua Ben Yossef, que foi um dos Avatares e que é o Jesus, o Cristo, verdadeiro, casado com Maria Madalena, pai de 3 filhos, que sobreviveu à crucificação e morreu aos 107 anos na Caxemira, cujos ensinamentos essênios eram praticamente os mesmos que os espíritas, rosacruzes, cátaros e templários pregam. O Jesus-Apolo-Hórus, céu e inferno, dízimo, indulgências, infabilidade papal, celibato, “morreu na cruz para nos salvar”, etc… assim como o diabo, satanás, tinhoso, cão… isso sim foram invençoes da Igreja (mais precisamente do Imperador Constantino) para absorver e controlar os outros povos e mantê-los sob o seu domínio. No começo do ano que vem, vamos destrinchar a história do Cristianismo século por século e as razões pelas quais cada detalhe surgiu, e vocês vão entender como surgiu cada coisa. Yeshua Rulez!
Love is the law, Love under will






A Riqueza Espiritual do Islamismo Estotérico



Texto de SERGE HUTIN, FRC*

O primeiro volume intitulado ''Desde os Primórdio até a Morte dos Averroes'' (1198), da importante publicação em três volumes da ''História da Filosofia Islâmica'', surgiu em 1964. Foi publicado em inglês em 1993 como a '' History of Islamic Philosophy''. A trilogia foi escrita pelo Professor Henry Corbin, que era diretor dos estudos islâmicos da Universidade de Sorbonne em Psaris, e que também lecionava todos os anos na Universidade de Teerã. Este livro é um testemunho vivo de alguém que compreendeu plenamente o significado mais elevado das correntes iniciáticas, teosóficas e místicas do Islamismo.
Meu objetivo não é tentar apresentar um resumo adequado, mas brando do magnífico panorama espiritual que Corbin nos oferece, mas extrair dele alguns elementos que podem nos tornar plenamente conscientes da imensa riqueza espiritual , ainda tão displicentemente islâmico em suas formas tradicionais.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Dragão de Sitra Ahra

Texto do frater Adriano Camargo Monteiro
Sitra Ahra, o “Outro Lado”, o “Lado Sinistro”, é o mundo primordial, o reino das trevas que precedem a luz da Criação, o reino de Shekinah, o mundo dos poderes femininos que criam, que gestam a vida na escuridão; é o útero de toda multiplicidade do universo manifestado, a fonte de toda a existência. Em Sitra Ahra, a “deusa” Shekinah (Sofia, Shakti, Vênus) se une à Luz de seu filho e esposo Lúcifer para criar e para expandir a vida múltipla em todos os planos de existência; Sitra Ahra é, portanto, o plano primevo que precede todos os outros planos do universo.

Exercício de Visualização

Este exercício era um dos exercícios básicos propostos por Israel Regardie na Golden Dawn, modificados por Marcelo Del Debbio. O Método da Golden Dawn recomendava que um probacionista repetisse este exercício durante uma semana, duas ou três vezes ao dia, de modo a aperfeiçoar sua capacidade de Visualização, que seria usada primeiramente no RMP e em seguida como facilitadora de Sonhos Lúcidos e, posteriormente, em Viagens Astrais.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Projeção Consciente e Inconsciente

Texto de Lázaro Freire, da lista Voadores.
Todos nos projetamos, mas nem sempre temos a consciência do processo. É comum nosso corpo espiritual sair, mas nossa lucidez se manter baixa, o que faz que, ao voltarmos ao corpo, a saída do corpo seja às vezes lembrada como imagens simbólicas, confundíveis com sonhos.
Mais frequente ainda é nos projetarmos, até com boa lucidez, mas depois da saída (em geral na fase delta do sono) entrarmos em outras fases, sonharmos, e a partir daí encobrirmos a experiência. Ainda assim, a informação fica absorvida de forma inconsciente, podendo, dependendo do caso, gerar “intuições” ou rememorações ao longo do dia, ainda que nem sempre associemos a uma experiência projetiva anterior.

Boa parte do esforço dos projetores mais experientes concentra-se não na saída em si, mas nas técnicas de rememoração, altamente eficientes, e na melhora do metabolismo visando uma atividade mais consciente. Dentre elas, é recomendado:
- Anotar todos os sonhos e projeções em um caderno
- Evitar alimentos pesados, especialmente à noite
- Evitar dormir com timer e/ou TV ligada
- Não ingerir aceleradores do metabolismo à noite (guaraná em pó, bebidas com cafeina, etc)
- Não cobrir a cabeça, evitando inalação de gás carbônico
- Procurar dormir de lado ou de barriga para cima
- Ler sobre o assunto, especialmente à noite, para que a mente considere normal e não mascare a experiência
- Fazer práticas que ativem os chakras laríngeo e frontal
- Dormir de forma confortável
- Preservar o quarto como local para dormir, estudar ou amar, zelando pela egrégora do local
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SINTOMAS PROJETIVOS:
Cada pessoa pode ou não apresentar sinais característicos de uma facilidade projetiva. Note que há projetores que não tem um ou vários dos sintomas:
- Catalepsia projetiva: sensação de imobilidade noturna, acordando abruptamente a seguir
- Balonement: sensação de expansão da aura, como se o corpo inchasse
- Ruidos intracranianos: estalos no interior do cérebro, provavelmente relativos ao desenvolvimento da pineal
- Estado Vibracional: choques que parecem percorrer o corpo espiritual, ligeiramente desconfortáveis, acompanhados de intensa vibração
- Flutuações e quedas abruptas: sensação de estar flutuando, em relaxamentos ou sono, em geral com uma ligeira queda no reencaixe no corpo.
- Deslocamento na reentrada : sensação de acordar com referência equivocada da posição das janelas e portas do quarto, como se reencaixado inadequadamente no corpo ao “acordar” – corrigindo a “posição” relativa aseguir.
Além dessas evidências relativas ao corpo espiritual, há sinais menores que ocorrem em períodos projetivos, ainda que não rememorados. Dentre eles, maior incidência de sincronicidades, fortes sensações de deja vu, pequenos “estados vibracionais” ocorrendo durante o dia, maior contato com amparadores (e/ou intuições inspiradas por eles) na vigília, ativação mais frequente do chakra frontal e maior incidência de fenômenos mediúnicos. Note que nenhum destes caracteriza, por si, a existência de projeções não relembradas, mas são quase todos presentes quando estas estão ocorrendo.
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MECANISMOS
Em linhas gerais, a projeção astral se dá sempre que a consciência torna-se mais ativa que o estado de ondas cerebrais. Ou seja, é como se consciência e atividade cerebral andassem juntas na maior parte do tempo. Adormecemos e “apagamos” ao mesmo tempo que nossas ondas cerebrais caem. Ao começarmos a sonhar, o cérebro também acompaha: entramos numa fase chamada REM (Rapid Eyes Movement) ou “Sono Paradoxal”, na qual nosso estado onírico de quase lucidez é acompanhada por uma atividade cerebral mais intensa, porém ainda inferior à da vígilia. E agora, acordados, estamos tanto com consciência quanto com o cérebro desperto. Esta espécie de “sintonia vibracional” constante mantém os corpos físico e espiritual (psicossoma, corpo psíquico, corpo astral) unidos.
Se o corpo físico tem morte cerebral, porém, o espírito evidentemente se despreende. Mas existem estados intermediários ou alterados de consciência onde o cérebro diminui sua atividade, mas a consciência se mantém um pouco mais ativa. A consequência será uma saída natural, porém temporária. Após um tempo relativamente curto, o espírito volta ao corpo rapidamente, assim que as ondas cerebrais aumentam – por “alarmes” externos, metabolismo ou fases do sono.
Imagine, assim, um exercício de relaxamento – ou uma palestra enfadonha. Em seu esforço para manter a atenção, a consciência se mantém parcialmente desperta, enquanto o metabolismo cai, o cérebro entra em estado de ondas “alfa”, no estado alterado de hipnagogia (cochilo). A consequência dessa pequena diferença entre atividade cerebral e consciencial, tentando se encontrar para se manter desperto, será uma ligeira desconcidência entre corpos físico e espiritual. Daí não raro a sensação de pequena “queda”, como se flutuassemos a alguns centímetros da cadeira.
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(c) Lázaro Freire – http://www.voadores.com.br

A Nuvem sobre o Santuário – Carta 3

Por Karl von Eckartshausen.
A verdade que se encontra no mais íntimo dos mistérios, é semelhante ao Sol; só é permitido ao olhar da águia (a alma do homem capaz de receber a luz), fixá-lo. A visão de outro qualquer mortal é ofuscada e a penumbra o envolve na própria luz.
Jamais a sublime “qualquer coisa” que está no mais íntimo dos santas mistérios se ocultou ao olhar da águia, daquele que é capaz de receber a luz.
Deus e a natureza não têm mistérios para seus filhos. O mistério existe somente na fraqueza do nosso ser, incapaz de suportar a luz, e ainda sem preparo para vislumbrar em toda sua pureza a verdade nua.
Esta fraqueza é a nuvem que cobre o santuário; o véu que oculta o Santo dos Santos.
Mas para que o homem pudesse recuperar a luz, a força e dignidade perdidas, a divindade amante abaixou-se à fraqueza de suas criaturas e escreveu as verdades e os mistérios interiores e eternos, no exterior das coisas, a fim de que o homem pudesse elevar-se por elas até o espírito.
Estes textos são as cerimônias ou o exterior da religião, que conduz ao espírito interior de união com Deus, ativo e cheio de vida.
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