SE É A MERA CURIOSIDADE QUE AQUI TE CONDUZ, DESISTE E VOLTA; SE PERSISTIRES EM CONHECER O MISTÉRIO DA EXISTÊNCIA, FAZ O TEU TESTAMENTO E DESPEDE-TE DO MUNDO DOS VIVOS.

domingo, 19 de junho de 2011

QUAL O SEU MAIOR MEDO?!

''... E na medida em que deixarmos nossa luz brilhar, nós inconscientemente damos às outras pessoas a permissão pra fazer o mesmo, na medida em que nos liberamos de nosso medo. Nossa presença automaticamente libera os outros...

Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nossos maiores medos são os de sermos poderosos além da conta. É nossa luz e não a nossa obscuridade que mais nos apavora. Ser pequeno não serve ao mundo, não há nada de sábio em se encolher pra que as outras pessoas não se sintam inseguras ao seu redor. Nós todos fomos feitos pra brilhar como as crianças. Não está apenas em alguns de nós, está em todos. E na medida que deixarmos a nossa Luz Brilhar, nós inconscientemente damos as outras pessoas a permissão para fazer o mesmo na medida em que liberamos o nosso medo. Nossa presença automaticamente libera os outros ''


É com esse texto que começo a semana.
Quando uma pessoa busca uma religião, tenta refinar a sua pessoa e despertar sua Fé verdadeira, quando entra pelo portal de um Templo, quando entra pela porta de uma sala de aula para estudar matemática, arquitetura, pintura ou qualquer que seja a disciplina, quando vai ao jardim e fica ajoelhado diante uma planta cuidando de suas folhas, regando sua raiz, essa pessoa está refinando isso, sua própria essência divina.


Não importa se você é ateu, crente, católico, xintoísta, budista ou de qualquer grupo filosófico existente, o que importa é a busca de sua Luz, onde tornará sua pessoa boa, honrada, honesta, equilibrada, amiga. Levando harmonia e Força para todos perto de você, a sua volta e em qualquer lugar que você ande e esteja.


Quando você para, olha e se dá conta que sua orientação levou pessoas a ganharem força, se realizarem e descobrirem a felicidade em seus atos verdadeiros e sem buscarem reconhecimento, bens materiais, valores vazios que não são o ouro real e divino que todo alquimista busca, você fica feliz consigo mesmo. Sabe que aquelas pessoas levarão isso adiante. A Arte ou magia é isso. 


Moldar o mundo de forma que a Vontade Divina se concretize na terra. Levando as pessoas da ignorância e Real Sabedoria. Ser bom em sua totalidade é difícil e árduo, nós vivemos em um mundo corrupto e caótico, mas a Ordem vem disso tudo.


Coloque em seu dia a dia palavras poderosas como:
HONRA, DISCIPLINA, HONESTIDADE, POSTURA, EQUILÍBRIO, JUSTIÇA, IGUALDADE, FRATERNIDADE, IRMANDADE, FÉ, RESPEITO, AMOR, VERDADE, FORÇA, FOCO, CORAGEM, PUREZA...


Palavras como essas no seus dias e em sua cabeça fazem com que seus olhos vejam as cores do mundo, as pessoas não pela casca mas pelo espírito. Se pergunte por que você estuda, porque você está lendo esse material aqui, porque você está no seu trabalho, em que você ajudou ou melhorou no seu ambiente de trabalho, casa, rua, bairro, cidade, país. Ressoe pelo mundo, faça suas ações serem boas e equilibradas levando assim para os quatro cantos do mundo tudo que é de mais harmonioso e benigno para o Cósmico.


Plante o Bem e colherá juntamente com amigos uma vasta e farta conquista.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Veja o imperceptivel!!!



Tenho uma esposa que é escritora, blogueira, pesquisadora, artesã, Deusa, Mãe, filha, irmã, amante, namorada, garota, menina e companheira.
Ela tem uma habilidade muito grande de expressar a coisa simples de ser vista e vivida nesse mundo físico. Tudo é magia, tudo é Divino por mais que nossos olhos profanos não consigam enxergar isso. Bem, ela (minha esposa) escreveu em seu blog recentemente um post falando de como enxergamos nossa rua, e com isso, um estalo me apareceu e conseguir ir além do que ela mostrou.

Você já parou para olhar tudo a sua volta. As cores em cada folha da árvore na frente de sua casa, na esquina ou em qualquer lugar que você ande todos os dias. Mas olhar com calma, vendo cada verde separadamente, nas folhas de fora e dentro da árvore, os galhos que crescem e se espalham de forma como veias, levando nutrientes para a pele formanda por folhas, nos dando sombra e proteção.



As flores que dão um colorido gritante e singelo a nossa vida. Da rosa vermelha, amarela ou lilás ao dente de leão quase imperceptivel ao nossos olhos que só enxergam a velocidade dos dias, a correria dos carros e de cores somente o laranjado dos piscas, vermelho dos freios e semáforos.

Acorde bem cedo em um Domingo, saia de casa depois de um banho e veja o Nascer do Sol. Sinta o vento tocar sua pele, de forma refrescante e suave, olhe o céu azulado, com nuvens, veja as cores de cada planta, sinta a energia do Novo Dia, da Vida, da Terra.


Sinta ao imenso poder que gira a nosso redor, veja o imperceptível. Olhe para as coisas, pessoas e detalhes que normalmente em sua pressa não tem sua merecida atenção. Ao tocar a pessoa amada, sinta as partes do corpo que não fazem muito de seus toques nas pré-liminares, os detalhes do rosto, deslize suas mãos pelos desenhos dos olhos, pela orelha, toque o pulso de forma suave, massageie os pés, acaricie as costas, toda ela... Tudo isso é ir além de você mesmo.

Respire fundo, feche os olhos, pense em uma coisa bem alegre que faça você rir por dentro e dar um sorriso singelo só com você mesmo. Ria de você. Pratique uma boa ação, ajudando uma pessoa a carregar uma coisa, a ir algum lugar para alguém, lavar uma louça, o carro, regar as plantas, limpar seu quarto e rever coisas que tinham sumido.

Faça isso tudo. Veja como a Vida é colorida.

http://coresecoisasdairis.blogspot.com/

sexta-feira, 10 de junho de 2011

MAÇONARIA

Nada é tão oculto que não possa ser conhecido, ou tão secreto que não possa vir à luz. O que vos digo nas trevas que seja dito na luz. E o que ouvirdes em sussurro, proclamai do alto do edifício ( Senhor Jesus Cristo ).



Ninguém confia naquilo que não compreende. Não  fomos designados para justificar, defender ou louvar a Maçonaria. Mas nesses trinta anos de membro dessa Sublime Ordem, só a temos visto praticar o bem e nunca fazer nenhum mal.
Aprendemos que aqueles que se centram na verdade, na retidão, na bondade, justiça, honestidade e humildade, estão interligadas com os laços de amor e que a Maçonaria se considera um sistema peculiar de moralidade baseada no amor fraternal, no apoio mútuo e na verdade.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Curso Kabbalah e Astrologia Hermética O RESULTADO


Desde a chegada a simplicidade e o carisma de nosso palestrante Marcelo del Debbio fez com que ficassemos tranquilos e bem a vontade para guiá-lo pela cidade de Rio Branco, a qual ele teve que fazer uma breve pesquisa na internet um pouco antes de vir para cá para ter contéudo e não se assustar... mas como ele falou, só tinha besteirol e fakes sobre o Acre.

Fotos da Cidade de Rio Branco

quarta-feira, 25 de maio de 2011

ESSA LONGA DEMORA!!!!

Pessoal mais um comentário... estou afastado do blog por vários motivos pessoais e das Ordens. Evento com Fr. Marcelo Del Debbio aqui em Rio Branco, obras, estudos e trabalhos.


Mas gostaria de ressaltar um detalhe. Todos que buscam nos estudos esotéricos e conteúdo sobre ocultismo, verdades, segredos e mistérios. Façam isso com dedicação e verdade, não tentem ser apenas uns descolados do grupo e os diferentes no meio de todos, para manter uma máscara artificial, achando que dominam algo para se destacar na sociedade dizendo: ''OLHA SEI FAZER ISSO E VOCÊ NÃO, E TOMA CUIDADO COMIGO''...

Teurgia é foda. Se você não domina sua vontade e seu Eu. Pare por aqui mesmo. O conteúdo deste blog é superficial e não chega nem em uma parte considerável do que você deve aprender e ser. A coisa é muito mais séria do que você imagina e muito perigosa para criancinhas e mulecada que quer aparecer no meio de amigos. Maior parte não acredita em seres extra-planares, mestre celestes e ascencionados. 

Dificilmente em chacras e em outras coisas bem básicas. 

Você quer soltar HADOUKEN e fazer um ritualzinho aqui e outro aculá, faça, é bem capaz de fazer, mas terá consequências bem graves se não souber direito os efeitos. Isso aqui não é um seriado de TV ou revistinha de Super heróis, a coisa é velada, em símbolos e mantida em segredo de profanos e até mesmo de membros não é por acaso. Mentes cheias de cocô só fodem o mundo e já está cheio de lixo pela ganância, orgulho, prepotência , ambição, etc, etc, etc... que muitos homens fazem que a maioria das pessoas nem sequer suspeitam.

Não quer se dedicar a isso, PARE. Não leia, não pratique, finja que sabe e mantenha-se com as máscaras do mundo profano para ganhar atenção de criança e se destacar entre muitos outros adormecidos.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Grau V ao Grau X - Introdução

Em algumas ocasiões, pessoas têm me pedido para escrever algum tipo de guia do estudante para “O Caminho do Adepto”, de Franz Bardon. Em cada vez que isso acontecia, eu respondia com algo como “Não consigo pensar em nada para acrescentar”. E, por anos, eu mantive essa opinião, mas as minhas experiências como participante num grupo de discussão online sobre os trabalhos de Bardon me levaram a reconsiderar esse sentimento. Dessa maneira, quando me pediram para reescrever o FAQ de Franz Bardon que aparece num site popular, consenti em escrever algumas coisas sobre os primeiros quatro Graus de CVA. Pouco eu sabia de imediato que eu encontraria todos os tipos de coisas para dizer! Viciado em palavras como sou, terminei escrevendo não menos que 37 páginas de comentários e perguntas a questões comumente perguntadas. Mesmo assim, centenas de páginas adicionais poderiam ser escritas.
Tornar coisas compreensíveis e apresentar conceitos de uma maneira que seja fácil para o leitor assimilar são a responsabilidade do escritor. Mas a responsabilidade do escritor para por aí – cabe ao leitor adquirir o entendimento. E é o leitor que não compreende o bastante o que o autor quer dizer que é responsável por tentar descobrir a resposta. Isso é, com certeza, a falha de uma coisa escrita – não existe chance para diálogo, nem colocar suas questões para o autor em busca de esclarecimento. Portanto, muitas coisas escritas permanecem incompreendidas por muitos, ou pelo menos parcialmente incompreendidas.
No caso dos livros de Franz Bardon, isso é fundamentado pelo fato de que, na medida em que ele os escreveu, se colocou na perspectiva do estudante que está envolvido verdadeiramente com o labor do material que ele descreve. Por exemplo, quando ele descreve os exercícios do Grau V em CVA, ele diz coisas que apenas um estudante que fez o trabalho dos exercícios dos Graus I, II, III e IV compreenderá. Dessa forma, o estudante que está no meio do Grau II, ou o estudante que está lendo CVA pela primeira vez e nem começou o trabalho, compreenderá o que Bardon escreveu sobre o Grau V menos completamente do que alguém que completou o trabalho do Grau IV.
Isso certamente aconteceu comigo e, na medida em que eu progredia pelos Graus, ficava repetidamente surpreso que eu tinha compreendido mal coisas na mera leitura do texto que agora faziam perfeito sentido porque eu tinha feito o trabalho que levava até aquele ponto no caminho. Foi dentro dessa atitude que eu encontrei uma razão para continuar meu comentário sobre CVA além do limite do Grau IV que eu tinha estabelecido anteriormente.
Eu firmemente creio que toda pessoa que progrediu em CVA até o início do Grau V não tem necessidade de conselhos externos. O estudante do Grau V terá dominado as técnicas mais rudimentares sobre as quais o restante do curso é construído. Ainda mais, o estudante terá aprendido a habilidade de descobrir as respostas por si mesmos e terão, por necessidade, aperfeiçoado essa habilidade a uma agudeza de navalha. A esse ponto, CVA se torna muito mais fácil para o estudante.
Essa fase, caracterizada pela habilidade do estudante de perguntar as suas questões internamente e procurar as respostas através de sua própria experimentação, é parte necessária do caminho da iniciação. Na medida em que você trilha o caminho da iniciação, a responsabilidade para o seu progresso cai mais e mais em suas próprias mãos. A curiosidade e a inventividade são aliadas importantes do estudante da magia e existem certas passagens nas quais elas são tudo que você tem à sua disposição para trabalhar.
Eu tentei encontrar um equilíbrio entre dar a esse fato o seu respeito devido e tentar o meu melhor para abster-me de dar incentivo a aqueles que desejam pular mais longe do que eles estão preparados. Meu compromisso foi fazer duas coisas em relação a CVA: primeiro, eu limitei meu comentário detalhado e sugestões práticas à seção de Teoria e exercícios dos Graus I até IV.
Segundo, escrevi um comentário sobre os Graus V até o X que esboça alguns dos pontos nos quais o modo de Bardon de escrever, do ponto de vista imediato do estudante, interfere com a compreensão do leitor despreparado. Não oferecerei meu conselho prático para esses Graus posteriores a não ser em correspondência pessoal ou conversação com estudantes praticantes desses Graus em particular. O mesmo é verdadeiro para os livros segundo e terceiro de Bardon, “A Prática da Evocação Mágica” e “A Chave para a Verdadeira Quabbalah”. Devo adicionar aqui que não espero ser perguntado sobre tais questões. Todas as pessoas que conheço que alcançaram esses estágios em sua iniciação não precisam pedir conselho de outra pessoa, e consequentemente eles não pedem.
Colocando toda a minha lógica interna de lado, me preocupo pelo fato de que aqueles que leem CVA ou aqueles que esperam ansiosamente pelos próximos Graus terão a ideia errada do que isso tudo realmente significa. Em muitos lugares de CVA, Bardon teve de usar metáforas que só podem ser compreendidas se você já souber o que foi a base para construir a metáfora, em primeiro lugar. É difícil para o leitor criar as conexões sutis entre o que é aprendido em um Grau e o que é, então, aplicado de uma maneira nova no próximo Grau.
Minha preocupação é especialmente aguda quando chega aos PEM e CVQ de Bardon. Muito frequentemente encontrei estudantes que pegam PEM e querem COMEÇAR com evocação enquanto ignoram totalmente o que Bardon diz (repetidamente) sobre tendo de se alcançar primeiro o fim do Grau VIII de CVA (ou o seu equivalente por outros meios) antes de começar o trabalho de PEM ou CVQ. É fácil pensar, da mera leitura desses dois livros, que é realmente possível ignorar os pré-requisitos ditos por Bardon, mas a realidade é uma coisa inteiramente diferente e a advertência de Bardon é completamente verdadeira. Esse tipo de incompreensão de PEM é, em minha opinião, devido a uma falta de experiência prévia na magia genuína e a consequente inabilidade de se verdadeiramente compreender o significado mais profundo do que está sendo dito. Isso é inevitavelmente natural e o que eu disse deve ser entendido apenas como uma declaração factual que deve ser tratada abertamente e não como uma crítica.
Por essa razão acima de todas as outras, tentarei, através de meu próprio comentário, ajudar o leitor a pelo menos se tornar consciente dos lugares nos quais essa é uma importante adição à sua compreensão do que o autor quis dizer mais profundamente. Se os meus comentários adicionam realmente à sua compreensão de CVA está fora de minhas mãos – tudo que posso prometer é que tentarei fazer o meu melhor.
Peço que, na medida em que você lê meus comentários, faça-o com esse pensamento em mente: o único professor verdadeiro é a experiência. Até se mil sábios gastassem um bilhão de palavras tentando explicar os Mistérios, você não compreenderia as suas totais implicações até que tenha penetrado o que espreita além do véu. Contudo, nunca deixe esse fato lhe dissuadir de fazer o seu máximo esforço para penetrar esse véu – “é apenas teia de aranha”, como diz o ditado. Quanto mais você penetrar, mais profundamente sua compreensão crescerá; e, quanto mais profunda a sua compreensão, mais profundamente nos Mistérios você penetrará. Mantenha as suas conclusões com mãos escorregadias de modo que você possa sempre ser capaz de renová-las. Sempre permaneça querendo aprofundar a sua compreensão – a principal barreira quanto a isso é nos segurarmos firme demais a nossas conclusões. Adote as suas próprias conclusões, não aquelas de outros. Isso é especialmente verdadeiro, considerando-se que tudo que posso oferecer a você aqui são as minhas próprias conclusões, e as suas podem ser muito diferentes das minhas. O melhor que eu espero é que ler algumas das minhas conclusões lhe inspirará a se questionar e expandir as suas próprias conclusões.

Grau IV

Instrução Mágica do Espírito

Com os exercícios dos Graus anteriores, você terá aprendido a como imaginar qualquer coisa, ser ou local, e a como concentrar seu corpo mental (consciência) em qualquer parte do seu corpo físico com facilidade. Agora, com o Grau IV, você aprenderá como transferir o seu corpo mental para qualquer objeto ou ser que você escolher.
Essa é uma parte muito delicada do treinamento mágico e o quão estritamente você adere ao seu código moral pessoal influenciará diretamente o seu grau de sucesso. Se a sua motivação é controlar outro ser, você falhará, com certeza, nesses exercícios. Entretanto, se a sua motivação for apenas aumentar a sua compreensão dos outros, você será bem-sucedido.
A transposição da sua consciência para outro objeto ou ser lhe fornecerá uma compaixão profunda pelas limitações e sofrimentos dos outros. A sua compreensão dos reinos mineral, vegetal, animal e humano irá florescer de um modo que nenhuma outra experiência pode igualar.
Existem quatro tipos ou estágios de transposição de consciência. [Num tópico anterior do fórum de discussão online, eu esbocei três tipos de transposição, mas eu acredito que esses quatro tipos dados aqui explicam melhor esse tópico do que os três tipos que eu descrevi anteriormente.] O primeiro estágio é aquele em que você experimenta as limitações físicas e as dimensões do objeto ou ser. Aqui, não há conexão às sensações, sentimentos e pensamentos do objeto ou ser, e a sua experiência é limitada às suas próprias sensações, sentimentos e pensamentos sobre o objeto da sua transposição. Esse é o tipo mais primitivo e superficial de transposição.
O segundo estágio é aquele no qual você sente as verdadeiras sensações que o objeto ou ser sente. Ainda assim, não há percepção de como o objeto ou ser sente-se emocionalmente ou como ele pensa. No máximo, nesse estágio, você é capaz de supor as emoções e pensamentos do outro, mas você não as experimenta diretamente.
No terceiro estágio de transposição, você experimenta todos os atributos do objeto ou ser para o qual você transplantou a sua consciência. Por exemplo, se você transpuser a sua consciência para um pássaro, você sentirá as sensações do vôo do pássaro, perceberá as respostas emocionais dele e conhecerá seus pensamentos. O mesmo se aplica a qualquer objeto (embora a maioria dos objetos inanimados não experimente emoção ou pensamento) ou a qualquer ser para o qual você transpõe a sua consciência. Nesse estágio, você é um observador do ser inteiro. Algo a se preocupar com esse tipo de transposição é a privacidade pessoal de qualquer ser para o qual você transpõe a sua consciência. No que diz respeito à transposição de sua consciência para outros humanos, você nunca deveria divulgar as emoções internas e pensamentos deles para outros, porque isso violaria a sua privacidade e negaria o direito deles de escolherem por si próprios qual parte de sua vida inteira eles querem externalizar ou compartilhar com outros. Pense por um momento como você se sentiria se alguém violasse a sua privacidade dessa maneira – aprenda assim a nunca causar esse tipo de dano para outros.

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